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Maurício Lara
Maurício Lara
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A História não esquece...

Qualquer estudante de meia pataca da História consegue ver o que foi combatido em 64... Só idiotas e canalhas ainda insistem em seletividade e em negar o lado podre de sua ideologia funesta e imunda. Mas facistóides peçonhentos insistem em deturpar os fatos, em prol de sua doença genocida e hedionda. Destilam pestilência e contaminam a sociedade com a sua peçonha. São hipócritas, demagogos, os piores cegos: não querem ver. Mas a História não esquece, nem perdoa! Aulinha básica de hoje: O covarde assassinato e tortura do jovem Tenente Mendes, executado pelo grupo de Lamarca, hoje tido como herói por vermes revisionistas. Após emboscarem um grupo de policiais precariamente armados, o grupo guerrilheiro de Lamarca, composto de 7 integrantes, leva o Tenente Alberto Mendes Júnior, que se entregara voluntariamente como refém, em troca de deixarem em paz os PMs feridos na ação, eis que o "Tribunal Revolucionário executa o tenente Mendes, da seguinte forma covarde e cruel: Nesse contexto, Edmauro e Nóbrega se perderam e se afastaram definitivamente do grupo de Lamarca. Edmauro foi preso no dia 10 de maio e Nóbrega no dia 11. Naquele momento, o grupo passara a ser o grupo dos cinco. Lamarca ficou indignado com o tenente Mendes, porque este não o avisou da barreira na entrada de Sete Barras, culpando-o pelo desaparecimento de Edmauro e de Nóbrega. Continuaram a andar pela mata. O tenente os atrasava na marcha, pois tinha de ser constantemente vigiado. Além disso, era mais um para comer. Depois do entrevero em Sete Barras, já haviam andado um dia e meio. No início da tarde do dia 10 de maio de 1970, pararam para descanso. Ariston e Gilberto ficaram tomando conta do prisioneiro. Lamarca, Fujimore e Sobrosa afastaram-se e formaram o “Tribunal Revolucionário”. Decidiram que o tenente seria “justiçado”. Dada a sentença, os três retornaram. Acercando-se por trás do oficial,Yoshitame Fujimore desfechou-lhe violentos golpes na cabeça, com a coronha do seu fuzil. Caído e com a base do crânio partida, esse bravo oficial da Polícia Militar do Estado de São Paulo gemia e contorcia-se em dores. Foi quando Diógenes Sobrosa de Souza desferiu-lhe outros golpes na cabeça, esfacelando-a. Ali mesmo, numa pequena vala e com seus coturnos ao lado da cabeça esmagada, o tenente Mendes foi enterrado em cova muito rasa. Seu corpo só seria localizado 4 meses depois." “Ao assinar o ato que deu o nome de Capitão Alberto Mendes Júnior ao Grupo Escolar de Vila Galvão, onde estudou o oficial morto, o governador Abreu Sodré destacou: ‘a humana compreensão do valor de vida, expressa pelo 2º tenente de polícia militar Alberto Mendes Júnior, que se entregou como refém aos terroristas-guerrilheiros, para salvar a vida de seus comandados; seu acendrado patriotismo, ao morrer em defesa da democracia e das liberdades constitucionais, nas mãos cruéis de seus algozes que lhe mutilaram o corpo, em assassinato frio e desumano; sua vida dedicada à corporação, aos seus subordinados, à disciplina militar e à hierarquia funcional, representa exemplo histórico para a juventude e, sobretudo, aos jovens estudantes de nossas escolas.” Em setembro de 1970, a VPR tentou justificar o assassinato do tenente Mendes em um comunicado intitulado “ao povo brasileiro”, do qual foi extraído o seguinte trecho: “... A sentença de morte de um tribunal revolucionário deve ser cumprida por fuzilamento. No entanto, nos encontrávamos próximos ao inimigo, dentro do cerco que pôde ser executado em virtude da existência de muitas estradas na região. O ten Mendes foi condenado a morrer a coronhadas de fuzil, e assim o foi, sendo depois enterrado.” Hoje, passado tanto tempo, será que professores ensinam aos seus alunos valores e o exemplo do Tenente Mendes? Será que têm compromisso com a Verdade´, ou a sufocam em nome de sua ideologia demoníaca? La pergunta...

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