Grupo Vieira da Cunha

Parcialmente nublado

Tempo hoje

Min 15 / Max 19 +mais

Conteúdos patrocinados no Fórum do Leitor

Maurício Lara
Maurício Lara (Porto Alegre)
comentou sobre "Por que faltam professores de física no Brasil?".
Refrescando a memória...

Vamos aos dados: A ex-governadora Yeda Crusius entregou o governo em 2010 com a folha de pessoal em R$ 13,4 bilhões por ano. Tarso Genro entregou em 2014 para o governador Sartori com R$ 21.6 bilhões e o peemedebista Sartori, sem conceder praticamente nenhum reajuste, fechou 2016 com R$ 25,3 bilhões.
São números.
Aumentos da Folha de Pessoal:
- Tarso Genro - 4 anos, R$ 8.2 bilhões.
- Sartori - 2 anos de Sartori, por causa dos aumentos concedidos por Tarso, R$ 3.7 bilhões.
Entre 2011 e 2014, a folha aumentou 61%, a receita, 40% e a inflação, 27%. E no período seguinte, 2015 e 2016, Sartori teve que pagar todos os reajustes concedidos no final do governo do PT e, ainda, os da segurança, que vão até 2018. Tarso inchou o Estado e o quebrou. Pior: Deixou o RS sem capacidade nem de pegar empréstimo!
Tarso utilizou-se de recursos de terceiros e empréstimos para pagar a folha de pessoal e conceder aumentos sem haver receita prévia. Apesar disso, sequer chegou a pagar o piso dos professores, instituído por ele mesmo quando Ministro da Educação.
Como todo petista e simpatizante parece ser "fraco' de matemática, vai uma dica simples: Se gastas mais do que arrecadas, vais ficar no negativo, certo?
Mas qual a grande jogada política suja? Deixa a dívida para outro e torce para que se quebre, juntamente com todo o povo e depois, volta como tarsolcialista fez em 2010, após rigoroso ajuste fiscal feito pelo governo tucano de Yeda: "Tarso elegeu-se com a promessa de “fazer o Rio Grande do Sul” voltar a crescer"... Em oito passos apenas, Tarso quebrou o Estado do RS, a saber:
1. Gaste sempre além do que você possui, deixe o problema para o governador seguinte. Tarso Genro, em 4 anos, sacou o equivalente a 75% dos depósitos judiciais, ampliando a dívida em mais de R$ 7 bilhões, algo que, quando somado aos saques no Caixa Único (onde o governo se apropria do dinheiro de outros órgãos independentes), chega a R$ 11 bilhões. O custo desta política alcança R$ 1 bilhão a cada ano.
2. Oponha estabilidade e crescimento. Compatibilizar a ideia de que um Estado fiscalmente responsável e que gaste apenas o que tem, cria um ambiente mais favorável do que um Estado que está constantemente gastando acima do que arrecada e criando incertezas sobre arrecadação e impostos futuros.
3. Ao trocar de governo, abandone tudo feito até então. Impossibilitados de governar e tendo de passar 4 anos resolvendo problemas de gestões passadas, nenhum governador de fato governa. Todos os projetos anteriores são abandonados e reescritos com a benção do povo, que acredita ainda hoje em soluções mágicas. Tarso deu aumentos e enganou todos que queriam ser enganados.
4. Terceirize responsabilidades.Para Tarso, a solução é simples: cobrar o governo federal. Elenca medidas como entrar com ações na Justiça para reaver gastos do estado em obrigações da União, ou demandar maiores repasses. Ignora totalmente, com a complacência de boa parte do eleitorado, que o governo federal também está sem recursos.O Rio Grande do Sul possui um déficit previdenciário de fazer inveja a qualquer outro estado. Nada menos que 54% de sua folha de pagamentos é destinada a pagar aposentados, contra 27% do que São Paulo, o segundo estado que mais gasta do país, possui de custo. A dívida com os saques no caixa único e depósitos judiciais, que é 5 vezes menor que a dívida com a União, possui juros semelhantes (R$ 1 bilhão contra R$ 1,3 bilhões). Tarso é responsável por mais de 2/3 desta dívida. DOIS TERÇOS DA DÍVIDA são culpa do tarsocialista!
5. Inverta a lógica de uso dos recursos públicos.previdência no país. a ja falada Previdência: Um déficit que sozinho é superior aos gastos de saúde, educação e segurança somados. Ao todo, 29% da receita líquida do estado (aquela que fica realmente com o estado e não é transferida aos municípios) é destinada ao pagamento de aposentadorias. Há hoje 1,1 aposentado ou pensionista para cada funcionário na ativa. Inviável pagar integralmente as aposentadorias no futuro, sem um fundo.
6. Faça com que as estatais sirvam a si mesmas. Dono de 16 empresas estatais, o estado do Rio Grande do Sul opera de saneamento básico, geração, transmissão e distribuição de energia à mineração, passando por bancos, armazéns, distribuidoras de gás, operadoras de cartão de crédito, transporte ferroviário de passageiros, etc. Um exemplo é a Companhia de Silos e Armazenagens, cujos gastos com processos trabalhistas superam a receita, fazendo com que a empresa deva inúmeras vezes mais do que é capaz de arrecadar. Privatiza tudo!
7. Oponha-se a reformas e culpe o remédio pelo mal estar. Esta é TOP! Todo o governo que se elege no estado possui gastos já pré-compromissados equivalentes ao todo do orçamento. Por exemplo? Apenas com o déficit na previdência e com os juros da dívida, o estado gasta mais de 43%. A cada R$ 100 que entram nos cofres do estado, R$ 43 bancam questões do passado – o restante banca os funcionários, investimentos e custeio. É apenas no custeio que Sartori pode cortar, um valor que fica em torno de R$ 7 bilhões anuais, de onde o governador espera reduzir R$ 1,5 bilhões
8. Distribua direitos e quando não houver dinheiro pra bancá-los, culpe a falta de vontade política. (modus operandi petista!) Após perder a eleição em outubro, Tarso deu uma amostra do que Dilma poderia ter feito: enviou em novembro pacotes concedendo aumentos salariais até 2018, mesmo sem deixar recursos em caixa para pagá-los. Hoje, com salários parcelados, não é raro encontrar quem diga que “ao menos Tarso pagava os salários em dia”. Esta é a essência do Rio Grande do Sul atual. O funcionalismo acredita que, ainda que o estado se afunde em dívidas e comprometa todo o futuro da população que arcará com elas, esse cenário é menos pior do que cortar gastos.Tarso conseguiu bancar os salários graças aos empréstimos que fez junto ao BID e ao BNDES. Deixou de investir para gastar com algo que não poderia arcar no futuro. Por isso, apesar da dívida ter seus 40 anos e a ingovernabilidade ser tão antiga quanto, o petista é um agente central nesta crise. Tarso cortou todas as saídas, zerou a possibilidade de investir...
LA PERGUNTA: QUEM VOTOU NO TARSO? Quem votou não pode ter a cara de pau de Pôncio Pilatus de agora criticar o atual governador, seria muita hipocrisia, não?
No mais, doutrinação fascista/marxista nas escolas deveria ser punida com exílio em Cuba, Venezuela e Coreia do Norte! Escola Sem Partido Já! E afastamento dos vermes vermelhos do convívio nas classes! Maculam a mais nobre das profissões com sua ideologia funesta, sempre com a mesma lenga-lenga: fazendo vítimas ou se fazendo de vítimas...
Mais em: https://spotniks.com/como-quebrar-um-estado-em-8-passos-o-que-tarso-genro-e-o-rs-podem-ensinar-ao-brasil/

Comente esta notícia Expandir
Renate Elisabeth Schmidt
Renate Elisabeth Schmidt (Cachoeira do Sul)
comentou sobre "Por que faltam professores de física no Brasil?".
Patrocinado por quem ou o quê?

É bom reforçar na matéria "patrocinada", que todos os professores de FÍSICA e seus colegas das demais ciências da rede pública estadual, estão num processo de "queda livre" dos seus vencimentos, há 39 meses sem qualquer reposição, sem vencimentos referentes ao mês de março até hoje, o coelho Sartori plantou uma cesta vazia na frente da casa de cada professor, a 3ª lei de Newton não funcionou, ao contrário dos sorridentes e imexíveis" colegas" dos poderes Judiciário e Legislativo, cujas datas de pagamento NUNCA FORAM ALTERADAS, aproveitaram o feriadão com salários em dia para dar uma esticadinha aqui e acolá, e digamos que os auxílio-moradia livres de IR bem que ajudaram a dar até uma esticadona internacional, quem sabe um bico em New York City ou Paris.
Previsão de quitação: 17 de abril! É bem importante aos jovens pensar MUITO BEM se vão ou não entrar nesta canoa furada se ser uma professor da rede pública estadual do RS, cujo salário inicial é 1100 por 20h.
Por causa da defasagem em relação ao Piso Nacional, mais e mais professores estão recebido um eufemismo chamado "completivo", devido ao fato dos 1100 estarem se afastando cada vez mais do nacional, pela falta de reposição.
Os vermelhinhos, maconheiros, vagabundos, desordeiros, fanáticos e ideologizados estão recebendo o tratamento que merecem!
Deveriam se mudar para Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte!

Comente esta notícia Expandir
Acesse o Fórum do Leitor

Colunistas

Paulo Sanmartin

Paulo Sanmartin

SI VIS PACEM, PARA BELLUM
Francisco Bastos

Francisco Bastos

Órfãos da terra