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Edson Bonine
Edson Bonine
comentou sobre "Vendaval e granizo causam estragos no Piquiri".
Solidariedade.

Nossa cidade esta vivendo nesta década várias tragédias provocadas pelas intempéries, as várias enchentes do ano de 2015, que provocaram a destruição da ponte do Castagnino é emblemática.
Aumento do nível do rio, pelos altos índices de precipitação pluvial, ventos com quase 100 km/h, e granizos são exemplos. Nossa impotência frente ao descontrole do tempo, nos faz cair de joelhos em frustação, este sentimento só é superado através da solidariedade da sociedade. Fundamental a atuação da Defesa Civil e Assistência Social aos moradores atingidos.

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Rosalvo Lourenço
Rosalvo Lourenço (Brasília)
comentou sobre "Estrada em péssimo estado deixa crianças sem aulas há dois meses".
ESCOLA PARA QUÊ?

Se essas crianças estudarem correm o risco, apesar das ideias imbecis de Paulo Freire, de aprender algo, valorizar a família, achar que é homem porque tem um tico e menina porque tem uma pepeca, vão querer subir na vida, consumir. Ou seja, se tornarem opressores, misóginos, fascistas e capitalistas.

O prefeito está preocupado em garantir uns caraminguás a mais para seus amigos ocupantes de CC. Tudo com o dinheiro dos outros. Claro! Todo bom político de esquerda adora ser generoso, irresponsável com as verbas públicas.

Se faltarem verbas, VAMOS AUMENTAR IMPOSTOS.

Não é lindo?!

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Adriano Bitencourt Chaves
Adriano Bitencourt Chaves (Cachoeira do Sul)
comentou sobre "Estrada em péssimo estado deixa crianças sem aulas há dois meses".
Prioridades

O município tem outras preocupações no momento e não quer distrações enquanto organiza as festas de momo, aliás não é nenhuma surpresa que o prefeito tem prioridades que não incluem infraestrutura adequada...

Apenas as festas profanas, enquanto o agricultor padece e o cidadão urbano paga mais caro por escolhas da prefeitura...

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Umberto Neves (São Paulo)
comentou sobre "Ghignatti chama prefeitos para dividir conta da oncologia".
UM MURO PARA CACHOEIRA

Cachoeira tem que ter o seu muro. Desculpe o pequeno desvio da notícia. Cachoeira foi o 5° município instalado no Rio Grande do sul, uma das quatro Capitais Farroupilhas, era um município enorme que abrangia municípios que hoje são muito maiores e mais desenvolvidos, como Alegrete e Livramento. Ao longo do tempo, perdeu uma área enorme do seu território, sendo hoje um pequeno município do interior gaúcho. Ostenta o título de Capital Nacional do Arroz pela produção do passado, já bem distante, hoje os maiores produtores deste cereal são Uruguaiana e Pelotas. Os moradores dos municípios ao redor tiram de Cachoeira, e nada devolvem. Logo, é construir um muro como propõe o Donald Trump, neste caso, separando a cidade destes municípios que não contribuem com nada, mantendo fronteiras limitadas com os municípios parceiros, como Novo Cabrais.

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Edson Bonine
Edson Bonine
comentou sobre "Plebisul atingiu menos de 2% do eleitorado em Cachoeira do Sul".
Catalunha

Alto lá! O conceito de autodeterminação dos povos é precioso, e não deve ser usado quando interesses escusos estão detrás de propostas de separatismo.
Com as devidas diferenças com o nosso plebiscito, o caso da Catalunha é um paradigma a ser debatido. Abaixo um ótimo texto para o debate, pois o mundo não quer um novo Kosovo, que surgiu depois do traumático esfacelamento da Iugoslávia.

Independência da Catalunha: Cinco aspectos a considerar, por Toni Cartalucci
2/10/2017, Toni Cartalucci, Land Destroyer Report
Manchetes e comentaristas na imprensa planetária, oriental e ocidental, focaram a independência catalã e a ação da polícia espanhola e os esforços do governo espanhol para impedir a votação.

Mas bem pouco se disse sobre as reais consequências que podem advir da independência catalã. O que o governo e políticos catalães favoráveis à independência planejam fazer da Catalunha livre, se chegarem lá? Criarão afinal uma Catalunha que vise aos interesses do povo catalão? Ou porão a Catalunha livre a serviço da União Europeia e da OTAN, com muito mais empenho, eficácia e interesse do que alguma Espanha unida jamais faria?
Há cinco pontos que todos que acompanham esse conflito devem saber e ter sempre em mente enquanto se sucedem os eventos:
1. A Catalunha tem poderosa economia industrializada, mais poderosa que qualquer outra região da Espanha, com PIB e população superiores a, por exemplo, da Escócia ou Cingapura, e pode conseguir e sustentar sua independência da Espanha.
2. A OTAN dá sinais claros de grande interesse na independência e de que consideraria muito bem-vinda o que espera que seja uma robusta capacidade militar, para ajudar em suas guerras de agressão global.
Artigo publicado em 2014 pelo Conselho Atlântico – think-tank da OTAN mantido pelas 500 maiores empresas listadas em Fortune – intitulado "The Military Implications of Scottish and Catalonian Secession" [As implicações militares da secessão da Escócia e da Catalunha], diria:
Catalunha tem 7,3 milhões de pessoas, com PIB de mais de $300 bilhões. Gasto de apenas 1,6% disso na Defesa provê $4,5bilhões anualmente, ou praticamente o orçamento da Dinamarca, que tem forças armadas respeitadas e eficientes. Os planos militares da Catalunha são mais vagos, mas, até aqui, têm havido ênfase na Marinha. Com excelentes portos em Barcelona e Tarragona, a Catalunha está bem posicionada como potência naval de pequeno porte, ‘com o Mediterrâneo como nosso ambiente estratégico e a OTAN como nosso contexto' – como diz othink-tank dos 'nacionalistas' e sobre Defesa. Os planos ainda não detalhados exigem um grupo de segurança para o litoral de algumas centenas de marinheiros, para começar. Depois de poucos anos, a Catalunha assumirá plena responsabilidade como "um ator protagonista no Mediterrâeo", com base terrestre de aviação de patrulha marítima e pequenos combatentes de superfície. Eventualmente, a ambição nacionalista pode incluir um grupo expedicionário, com uma nave leve de assalto e centenas de marinheiros, para assumir papel sério na segurança coletiva.
A mesma peça do Conselho Atlântico conclui enfaticamente que:
Se acuradamente caraterizada pelos poucos documentos que já vieram à tona, a posição dos separatistas sugere valiosa e estimulante visão de especialização na defesa coletiva: construir uma Marinha comparativamente focada em influenciar eventos em terra.
3. Políticos catalães pró-independência parecem apoiar com entusiasmo a integração da Catalunha à OTAN.
…quando chegar o próximo Afeganistão, também correrá sangue catalão.
Em artigo de 2014 intitulado "Catalan PM confirms OTAN membership, commitment to collective security" [Primeiro-ministro catalão confirma integração à OTAN, para segurança coletiva]:
Primeiro-ministro Artur Mas confirmou explicitamente que a Catalunha busca integrar-se como membro da OTAN. Em entrevista recente ao diário italiano La Reppublica, o primeiro-ministro catalão Artur Mas explicou que uma Catalunha independente vê-se a si mesma instalada no coração da OTAN. É ideia que se alinha com o compromisso da Catalunha com a comunidade internacional, com o princípio da segurança coletiva, com a lei internacional e com o primado da lei do mar.
O mesmo artigo diz também:
A Catalunha busca a independência, não para se negar a responsabilidades inescapáveis que andam de mãos dadas com ela, mas para exercer plenamente aquelas responsabilidades, ombro a ombro com seus parceiros e aliados. Os catalães compreendem plenamente que liberdade nunca chega sem custos, e que, ao mesmo tempo em que a independência implica governo do povo, pelo povo e para o povo, não algum poder de fora, ela também singinica que o povo não poderá virar o rosto diante de alguma crise ou desafio. Os catalães compreendem que quando chegar o próximo Afeganistão, também respingará sangue catalão.
Em essência, tudo isso significa que os políticos catalães mostram-se dedicadamente comprometidos, não só com a OTAN, mas com todas as guerras de agressão que a OTAN promove, e já prometeram o próprio sangue do povo catalão para ajudar a OTAN.
4. Alguns políticos catalães já começaram a planejar a integração da Catalunha 'independente' à OTAN.
O Grupo de Trabalho para Política de Defesa da Assembleia Nacional Catalã declarou em documento de 2014 intitulado "Dimensions of the Catalan Defence Forces: Naval Forces (Executive Summary)" [Dimensões das Forças de Defesa Catalãs: Forças Navais (Sumário Executivo)], que:
O Mediterrâneo: nosso ambiente estratégico. OTAN: nosso contexto
Catalunha deve participar no SNMG2 (Standing OTAN Maritime Group 2; antes, Standing Naval Force Mediterranean) [Grupo Marítimo 2 da OTAN a postos; antes Força Naval Mediterrânea a postos], componente da NRF (NATO Response Force) [Força de Resposta da OTAN].
Também seria conveniente participar no SNMCMG2 (Standing NATO Mine Countermeasures Group 2) [Grupo 2 da OTAN caça-minas a postos].
5. Como no "Curdistão", qualquer tipo de "independência" significará zero, se o estado resultante for completamente dependente, subalterno e paralisado sob a hegemonia do ocidente e das instituições que a mantêm – especialmente com sacrifício dos estados membros e de seus agentes à distância – sejam curdos ou catalães.*****
Postado por Dario Alok às 16:05

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