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As melhores notícias do ano 83 do JP no Fórum do Leitor

Luiz Carlos Pauli
Luiz Carlos Pauli (Santa Cruz do Sul)
comentou sobre "Dá para acreditar em Cachoeira?".
Acreditar sim.

Com certeza, dá para acreditar em Cachoeira do Sul. O que conta, é o povo trabalhador e dinâmico, e ainda que Cachoeira do Sul, fica no coração do RS, area que, também pode ser utilizada como logistica. Em se adubando, tudo se dá. Sempre para frente!!!

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Vilnei Garcia Herbstrith
Vilnei Garcia Herbstrith (Porto Alegre)
comentou sobre "Bem-vindo, ano 84".
PARABÉNS JP - TENHO ORGULHO DE TER FEITO PARTE DA FAMÍLIA DE PAULO SALZANO

Em janeiro de 1975, um garoto de 17 anos, passando pela rua 7 de Setembro leu um letreiro grande que dizia Jornal. Ele era bom em redações e português e abordou uma senhor que estava à porta. Explicou que queria ser repórter e perguntou o que era preciso para trabalhar ali. No dia 1º de fevereiro do mesmo ano, Paulo Salzano Vieira da Cunha (o senhor da porta) assinava minha carteira de trabalho. E um mundo de descobertas, conhecimentos, de culltura e "das letras" se abria. Era o começo da minha carreira de aprendizagem e de novas e importantes amizades. O saudoso Paulo Salzano, meu segundo pai, seu irmão "o seu Antônio". . Dona Sulema sua querida esposa, Heine Massirer, Ítalo Pata, Nenê e João Muller, Altamir Ceratti, Saul dos Santos Torres eram só alguns daquele grupo de craques que assistiam atônitos o guri que corria por todos os lados dinamizando o processo da busca da notícia. As páginas era standard, o material de produção das páginas era chumbo da linotipo e a impressora uma plana. Não havia computadores e nem telefone celular. Mesmo assim fui o primeiro a conseguir dobrar a formatação de notícias, acoplando uma caixinha de fórmica elaborada por um técnico particular, que permitia gravar nos jurássicos gravadores Phillips, a voz da fonte. Foi um marco histórico como tantos que vieram depois. Foi há 37 anos atrás. O liberato corria de calças curtas pelos corredores e era chamdo de Batinho. O JP tinha apenas 47 de vida. Era um tempo onde fazer entrevista era ao vivo e escrever o que o entrevistado não disse podia dar demissão tal era a preocupação com a fidelidade do conteudo da informação. Neste 29 de junho de 2012, olho para o Jornal que se cresceu e se tornou adulto. Lembro das comemorações de modernização das dependências no cinquentenário. A frase chavão vem ao natural. Parece que foi ontem... O que fizemos nestas quase quatro décadas que passaram? Como foi nossas vidas, nossos sonhos, nossa comunidade? Boa parte desta história está nas páginas do velho JP. E eu, veja que orgulho, ajudei a escrever, fiz parte disto. Se fosse relacionar nomes aqui de quem passou por aí nestes tempos, daria páginas e mais páginas do hoje tabloide que virou diário e ganhou cores. Foram degraus de conquistas. E neste momento só posso dar parabéns aos colegas e amigos que continuam levando adiante a bandeira do JP. Logo virão outros e mais outros. É assim que a vida é. Boa sorte Jornal do Povo. Cada vez que caminho pelos teus corredores, olho as paredes, venho o espaço por onde andei ha tanto tempo atrás me emociono e fico tentando ver atrás de cada parede ou em cada nova sala os fantasmas bons dos que nos deixaram mas que onde quer que estejam devem contemplar felizes toda esta evolução. PARABÉNS.

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Sandro Rossi
Sandro Rossi (Porto Alegre)
comentou sobre "CAMINHOS DE CACHOEIRA".
Foto

Por favor, de quem é a foto área que ilustra a reportagem?

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