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82 ANOS - RUMOS DE CACHOEIRA no Fórum do Leitor

Daniel Falkenberg
Daniel Falkenberg (Florianópolis)
comentou sobre "A decisão histórica do Jornal do Povo".
"O rosto da cidade" - excesso de otimismo?

Inicialmente, devo dizer que gostei desta matéria, quase uma profissão de fé... Por um lado, ela permite ao leitor não tão acostumado ao JP ou não participante de sua redação entender um pouco melhor a política ou filosofia do órgão. O "compromisso comunitário" (e/ou a "cor local") do JP às vezes é destacado explicitamente numa matéria ou em outras ele até fica evidente sem que seja formalmente explicitado. Acho lógica a opção pelo município e/ou região, e aplaudo-a.

Porém, quando a matéria diz que "o rosto da cidade" é visível no JP, não concordo integralmente. NÃO vejo seus economistas analisarem os planos lançados pelo Ministério da Fazenda, suas lideranças políticas comentarem e analisarem os fatos estaduais e nacionais. Acho que a cobertura econômica deixa muito a desejar, seja em termos municipais, regionais ou estaduais, e ainda mais em termos nacionais! Quem são as lideranças políticas que comentam e analisam no JP? Vários colunistas poderiam ser pensados aqui, mas muitas outras evidentes lideranças locais são apenas mencionadas de passagem, com uma frase ou uma ideia atribuída a elas citada num canto de página ou meio de matéria, lá de vez em quando... A diversidade política e social segue bem limitada, na minha opinião.

"Questionar se o jornal exerce seu papel jornalístico ou, na verdade, se constitui em uma liderança comunitária, preocupada somente com o que interessa ao seu município" é um falso dilema. Acho que o JP exerce seu papel jornalístico, sim. mas não tenho dúvida que a qualidade da informação é bem duvidosa, o conteúdo muitas vezes fica prejudicado ou mal apresentado, frequentemente misturado com opiniões tendenciosas ou maldosas, o que é uma combinação, para mim, INACEITÁVEL, que frequentemente é acrescida a manchetes exageradas ou incorretas, espalhafatosas até. Que o JP é uma grande liderança comunitária, é algo inquestionável... Mas crer que se ele se preocupa só com o que interessa ao município?? Eu deixo isto pra quem acredita também no Papai Noel...

"O JP não é neutro, mas é imparcial"... Sinceramente, não acredito e não vejo assim, penso que é conversa pra boi dormir... Talvez aquele pobre boi congelado que caiu na piscina recentemente... Mas cada um vê como quer ou como pode. E o maior problema é que muitos NÃO vêem... Mas gostei da missão ("constitucional"?? ou institucional?), acho que ela sintetiza bem o trabalho e as tentativas mostradas nas páginas deste octogenário meio de comunicação. Penso que com mais conteúdo informativo e análises de técnicos locais, maior preocupação com a qualidade da NOTÍCIA (e menos opinião nela) e mais diversidade de opiniões na edição escrita, o JP conseguiria um belo salto de qualidade. Quem sabe isto possa ocorrer até o próximo aniversário...

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Daniel Falkenberg
Daniel Falkenberg (Florianópolis)
comentou sobre "O jornal que a cidade sempre lê".
Religiões e a história cachoeirense

Muito interessante a questão religiosa comentada nesta matéria. A análise mais profunda mencionada parece mesmo muito necessária. Se ainda não foi feita, os historiadores locais talvez estejam perdendo uma oportunidade bem grande. A relação aparentemente muito direta entre etnia e religião (alemães luteranos x açorianos católicos) teria tudo para ter importância na história e no desenvolvimento da economia cachoeirense, bem como em vários aspectos sociais. Não lembro de ter lido ou estudado tal relação aí na cidade, mas em várias outras regiões ela está entre os pontos determinantes da história de povos e nações. É evidente como até hoje o JP ainda reflete a formação católica de seus donos, pois a única coluna com conteúdo explicitamente religioso é assinada pelo bispo local. Creio que estas questões religiosas realmente mereceriam um aprofundamento em artigos futuros do JP.

De qualquer modo, parabenizo o autor por expô-las nesta breve matéria! Acho que a tentativa de reunir estas matérias sobre o ensino superior, aspectos da história da cidade e suas relações com a história do JP construiu um conjunto bem integrado de informações e opiniões. Parabéns ao JP pelos 82 anos e por este caderno com matérias úteis e interessantes!!

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Leonir Silva
Leonir Silva (Cachoeira do Sul)
comentou sobre "11 anos depois, para onde a cidade andou".
Evolução

Houve evolução em Cachoeira?!
Tirando o "georeferenciamento", a fogueira das vaidades dos nossos amados politicos, o pinóquio e o aumento de idosos e o êxodo dos jovens por falta de oportunidades por aqui, eu não vi nenhuma diferença no nosso cotidiano nestes 11 anos!!!!!!

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Daniel Falkenberg
Daniel Falkenberg (Florianópolis)
comentou sobre "O JP na crise dos anos 60 e 70".
Cigarro FAZ MUITO mal - milhares de estudos médicos

Peço desculpas por fugir ao assunto principal desta matéria, mas o primeiro comentário aqui foi extremamente INFELIZ e não posso deixá-lo sem resposta. Ele mistura uma decisão judicial sobre uma "ação bilionária" (que não é informada ou detalhada) com as opiniões/interpretações do autor do infeliz comentário. Os leitores podem ter certeza que "um laudo jurídico pericial médico", mesmo que existente e que diga sabe-se lá o que, NÃO DESMENTE MILHARES DE ESTUDOS MÉDICOS EM TODOS OS CONTINENTES, EM MILHARES DE HOSPITAIS E UNIVERSIDADES, que são aceitos pelos governos de centenas de países e por TODAS as organizações internacionais voltadas à saúde humana.

O que provavelmente ocorre na ação judicial é a impossibilidade de COMPROVAR que o câncer de pulmão que matou o paciente X ou está inutilizando o paciente Y foi causado pelos cigarros que eles fumaram há 10 ou 20 anos atrás. Como o início do desenvolvimento dos tumores dos pacientes X e Y não é verificável, sabe-se apenas que cresceram sem controle ao longo de meses/anos/décadas... E como relacionar o início deles com a causa efetiva de cada um?

Os males do cigarro têm sido estudados e COMPROVADOS em milhares de estudos correlativos e comparativos, onde grupos enormes de fumantes e não fumantes são acompanhados por equipes médicas numerosíssimas e SEMPRE a saúde média dos não fumantes é muito melhor que a dos fumantes, bem como o desenvolvimento de doenças previstas (respiratórias e cardíacas, especialmente) é MUITO MAIOR nos fumantes que nos não fumantes.

PORTANTO, não é UM laudo que vai derrubar OS RESULTADOS DE MILHARES DE PESQUISAS COM MILHÕES DE PACIENTES já comparados, e que apontam sempre no sentido de MUITO MAIOR INCIDÊNCIA DE DOENÇAS nos fumantes!

Se o senhor Luiz Carlos Pauli acredita que o cigarro não faz mal à saúde ou não é um produto mortal, sugiro que ele recomende aos seus familiares e amigos que fumem à vontade. As indústrias tabagistas agradecerão pela propaganda mentirosa que ele fizer para seus entes mais queridos...

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Leandro Matte
Leandro Matte (Cachoeira do Sul)
comentou sobre "O JP na crise dos anos 60 e 70".
Fumo

Não existe nada de ridículo ou imaginativo pensar no malefício do cigarro.
Basta ver a saúde dos fumantes contumazes em comparação com o das pessoas normais (isto apenas pela minha observação leiga).
A única coisa comprovada no uso do cigarro é o aspecto lamentável dos fumantes, incluindo cabelos, hálito, pele, etc., que causa repugnância e pena nos demais. Quanto a isto, não há o que se discutir.

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