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Dia Internacional da Mulher no Fórum do Leitor

Lecino  Ferreira
Lecino Ferreira (Chácara)
comentou sobre "Onde está a cachoeirense que a ditadura fez sumir?".
Senadores empregam fantasmas e até parlamentares cassados

Continuo dizendo:
"Só mudaram as moscas a merd@ continua a mesma só que, mais fedorenta, pois aumentaram as moscas. "
Leiam a reportagem d`O Globo de hoje (incompleta, fraquinha,mas leiam) o comentário, de tal reportagem, do cidadão abaixo diz tudo!
André Cruz Martinez 11/03/12 - 02:49

Todos os que o público fala que eram comunistas na década de 60 e 70 nunca foram, eles eram contra o militarismo, mas nunca comunistas. Se Lenin, Marx ouvissem isso dariam gargalhadas, Stallin, Fidel, Mao e esse norte coreano são ditadores não comunistas ou socialistas. Hoje no Brasil o que existe é uma falsa social democracia, copiando o modelo europeu.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/senadores-empregam-fantasmas-ate-parlamentares-cassados-4279654#ixzz1onxdwXRc
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Lecino  Ferreira
Lecino Ferreira (Chácara)
comentou sobre "Onde está a cachoeirense que a ditadura fez sumir?".
Renate

"Marcelo Andrighetti (Cachoeira do Sul)
em 09/03/12 13:53
E a atual ditadura..."
Faço minhas suas palavras digitadas! Só mudaram as moscas a merd@ continua a mesma só que, mais fedorenta, pois aumentaram as moscas.
Muito bom teu texto Renate, isto já é praxe.

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Renate Elisabeth Schmidt
Renate Elisabeth Schmidt (Cachoeira do Sul)
comentou sobre "Onde está a cachoeirense que a ditadura fez sumir?".
Livro Direito à Memória e à Verdade

A Biblioteca Pública Paulo Salzano Vieira da Cunha recebeu na semana passada o livro de 500 páginas, Direito à Memória e à Verdade da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. O livro em breve poderá ser consultado pela comunidade cachoeirense. É um estudo mais avançado e mais completo do seu antepassado "Brasil: Nunca Mais", projeto coordenado pelo arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns e pelo Pastor Jaime Wright, escrito entre 1979 e 1985, marcante porque contundente.
Ambos são relatos terríveis. É claro que houve abuso e sofrimento dos dois lados. Em nenhum momento isentei a guerrilha ou coloquei uma auréola de anjo sobre a cabeça dela.
Fiquei emocionada ao me deparar com a matéria sobre Alceri no jornal especial do Dia da Mulher organizado no capricho pela equipe da redação do Jornal do Povo. Parabéns à equipe!
Quero destacar a receptividade positiva do jornalista Liberato ao propor para ele trazer à luz da cidade de Cachoeira do Sul, esta história triste, infeliz. Se a morte de Alceri e de seu companheiro Antônio aconteceu nos porões ou no sótão da ditadura, não importa. O que se lê, o que se vê e o que se sente é o fato real do tratamento brutal destinado aos prisioneiros políticos. As fotos dos mortos revelam detalhes do inferno a que estiveram submenidos quando visualizam-se corpos que apanharam tanto, mas tanto, que viraram uma chaga só. Nem os piores criminosos "comuns" do nosso sistema prisional não foram ou são submetidos às torturas físicas e psicológicas de tal envergardura.
Brasil - NUNCA MAIS! O Brasil que despachou para o exílio a nata da música - Chico/Gil/Caetano, o mestre Paulo Freire, matou professores universitários, inclusive da nossa querida UFRGS. Nem os próprios militares não escaparam da gana ensandecida das forças de repressão. Meu marido, que foi militar, lembra da execução acontecida no quartel-general da 5ª Zona Aérea, em Canoas do tenente-coronel Alfeu de Alcântara Monteiro (Direito à Memória e à Verdade, pág. 60), nacionalista e defensor dos direitos e garantias constitucionais. Engajou-se na linha de frente do movimento pela legalidade. Obviamente que as circunstâncias de sua morte são confusas, como estratégia de dissimular o óbvio: o seu assassinato frio e impiedoso.
Se há barcos cruzando o Mar do Caribe provenientes de Cuba com destino Miami, perto dali há muito mais mexicanos tentando escapar pelo deserto do mundo "livre" do México com sua miséria, ignorância, Ausência de perspectivas de um futuro, concentração de renda (o homem mais rico do planeta é mexicano), índices alarmantes de violência, etc. O belo e misterioso México de Frida Kahlo está tomadinho das contradições capitalistas. Qual a diferença de Cuba? Os refugiados mexicanos seriam DIFERENTES dos seus irmãos cubanos? Os índios mexicanos não são diferentes dos brasileiros, dos peruanos, dos guatemaltecos, ou, ou ... Também há fugas da África em direção à Europa, de descendentes de imigrantes japoneses que vieram ao Brasil há 100 anos e que também embarcaram em barcos com ou sem asas em direção da terra dos seus antepassados. Por que não permaneceram no Brasil? Há uma grande diáspora de brasileiros vivendo em terras além-mar, portanto, os barcos cubanos e pernas mexicanas fugitivos são somente um de muitos outros tantos exemplos do quanto as coisas andam reviradas neste castigado e mortal planeta Terra.
A todos, obrigada pelo excelente debate, que ocorreu em nível bom. Brasil: Nunca Mais. Creio que isto que TODOS NÓS almejamos neste momento.

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Priscila Reis Kauffmann
Priscila Reis Kauffmann (Porto Alegre)
comentou sobre "Onde está a cachoeirense que a ditadura fez sumir?".
Consciência para ter coragem!

Gostaria de parabenizar a coragem da professora Renate, por relembrar no Dia Internacional da Mulher algo que não deverá ser esquecido, para que jamais aconteça novamente.

Mas é preciso consciência para ter coragem! Consciência que me parece faltar a quem defende tão ferrenhamente um período que assolou os direitos sociais e econômicos da grande maioria dos brasileiros.

Por isso, no mínimo me choco ao me deparar com comentários que retornam à uma discussão banal e sem substância como atacar regimes de esquerda como tentativa de defesa das atrocidades cometidas durante a ditadura militar.
Também comparar a educação, saúde e situação econômica sem relacionar o contexto atual com o período de repressão militar me parece no mínimo desconhecimento. Pois carregamos até hoje um legado de retrocessos decorrentes desse período:

- A disciplina de Filosofia desapareceu dos currículos escolares na década de 70. A educação funcionou durante a ditadura militar como uma estratégia de hegemonia. O regime procurou difundir seus ideais através da escola, que garantia mã-de-obra barata e “dócil”. Como legado do plano educacional da ditadura militar temos hoje exclusão e sucateamento.


- Após 1964, acentuou-se na saúde um modelo liberal privastista, muito diferente do SUS, que se propõe a garantir atenção e saúde a todo e qualquer cidadão. É claro que a efetiva implementação do SUS ainda enfrenta grande desafios, entre eles um eficaz controle social. Algo não permitido aos brasileiros durante o período militar e que ainda hoje precisa ser “reaprendido” pela população.

- Quanto ao desenvolvimento econômico, a ruptura da democracia o acelerou. Porém, mudou o sentido desse desenvolvimento. Voltado para o consumo de luxo e a exportação, promovendo o arrocho e a repressão salarial, ele passou a concentrar renda ao invés de distribuí-la

A ditadura militar reprimiu sistematicamente os direitos políticos e ao mesmo tempo expropriou os direitos econômicos e sociais, caracterizando-se claramente como um governo a favor dos ricos e poderosos. A repressão dos sindicatos, a prisão de líderes sindicais, a proibição da imprensa sindical e opositora, faziam com que a repressão fosse funcional à política favorável ao grande empresariado e contra a massa da população.

Os direitos econômicos e sociais da grande maioria dos brasileiros foram avassalados, ao mesmo tempo em que outros direitos passaram a ser drasticamente violados – os direitos políticos, os direitos de organização e de expressão, o direito à privacidade, os direitos jurídicos de defesa das pessoas e tantos outros.
A Comissão da Verdade vem a ser algo de extrema necessidade. Ditadores e torturadores não podem mais ser nomes de rua, ou muito menos homenageados em praça pública.

É por esses e outros tantos motivos que como mulher, me sinto representada por Alceri e demais mulheres que lutaram contra o Regime Militar e mulheres como Renate, que hoje tem coragem de noticiar as barbaridades ocorridas durante esse período.

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Misael Bandeira Silveira
Misael Bandeira Silveira (Candelária)
comentou sobre "Onde está a cachoeirense que a ditadura fez sumir?".
Cuba

Então Márcio, por quê será que o que se vê é os cubanos fugindo em jangadas artesanais para Miami, nos EUA, e não o contrário?

Não me parece muito lógico querer fugir do paraíso e ir para o território do 'demônio'.

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