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Renate Elisabeth Schmidt
Renate Elisabeth Schmidt (Cachoeira do Sul)
comentou sobre "Histórias cruzadas".
'Tudo isso por mais um pedaço de lote'

Kurt escreveu diversas cartas do "front" russo aos familiares, mas principalmente à mãe. Sua sobrinha neta, Natália, possui em seu acervo algumas delas, a qual tive acesso e o privilégio de ler. Percebe-se nelas que são contidas devido à severa censura da Feldpost, o Correio Militar Alemão, porque elas contêm informações quase que diria "leves e banais". Caso Kurt de fato escrevesse, como testemunha da História, o que acontecia naqueles idos de 1943 no leste europeu, suas cartas evidentemente não chegariam ao destino e ele poderia enfrentar corte marcial.
No túmulo da Família Rieth, no cemitério do alto, há uma placa tumular "in memorian".
Quanto ao meu primo Abílio, ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira, por estes caminhos do destino, estes decidiram ele conhecesse e se casasse com a filha de um ex-combatente da I Guerra, Mundial, Emílio Wichmann. Pouco Abílio mencionava seu tempo na Itália à esposa Nora e aos seus filhos. Um dia conversei com Felipe, seu menino, os demais filhos eram mulheres. Felipe preparava uma gravação com o intuito de preservar do pai alguma memória oral. Infelizmente o pai faleceu em decorrência de complicações da diabete.
Tentei contar uma parte da história de Emílio Wichmann num dos meu livros de genealogia, "Os Ruseler's de Oberhausen, traços da família no Brasil". Este capítulo foi reproduzido no Jornal do Povo, na data de 2 de agosto de 2014:

https://www.jornaldopovo.com.br/site/noticias/209084/Batalhas_na_Europa_familia_no_Brasil

Para fins de clareza, no ano da morte de Kurt na URSS, 1943, quando cessou o contato com familiares, estes foram retomados após o final da guerra. Numa das cartas enviadas ao Brasil, uma tia lamenta a morte do sobrinho, Bobby, e faz uma descrição tétrica de Stuttgard, restando dela na ocasião, um pouco mais do que escombros.

Aos estudarmos a I GM repassei aos meus alunos do 3º ano do EM, fragmentos de cartas escritas por soldados atolados nas trincheiras meses a fio.Pedi que escrevessem algo a respeito. Um deles, Gustavo, escreveu assim:

"Nas trincheiras houve muita morte. Entre doenças, bombardeios e tiroteios. Foram poucos os que saíra com sorte. Tudo isso por mais um pedaço de lote".

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Ione Sanmartin Carlos
Ione Sanmartin Carlos (Cachoeira do Sul)
comentou sobre "História recuperada".
Fotografias.

Matéria interessantíssima!!! Parabéns Renate !! Parabéns, Ricardão por acolher e divulgar!

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Renate Elisabeth Schmidt
Renate Elisabeth Schmidt (Cachoeira do Sul)
comentou sobre "Pedagogia de Freire".
Pois é, que estranho!

E aqui neste exato fórum, Paulo Freire é chamado de tudo e de todos.
Inclusive, acusado: a educação brasileira foi DESTRUÍDA por ele!
Por que leitores de língua inglesa, tem tanto interesse em ler um livro sobre um DEMOLIDOR de educação?
EUA, UK, Nova Zelândia e Austrália, que eu saiba NÃO SÃO PAÍSES COMUNISTAS!
Very, very stranger!

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Renate Elisabeth Schmidt
Renate Elisabeth Schmidt (Cachoeira do Sul)
comentou sobre "Livros na Praça".
Zé Espírito de Porco

Muito bacana aquele recanto da praça José Bonifácio: o caramanchão, os bancos, e a autoclave vermelho flamante antiga com livros para empréstimo.
Fui hoje conhecer e retirei um livro emprestado. Mas, esqueci que não moro na Suíça.
O rapaz que me atendeu com muita gentileza mostrou o vandalismo desta noite.
Os vidros da porta da frente foram quebrados.
Agora chove, quem bom? Irrigando as lavouras! Meu irmão, que é agrônomo, contou-me ontem que a safra de soja na região que ele atende está top!
Mas agora, está caindo chuva de balde, os vidros haviam sido bem lacrados, como fica?
Perguntei por que não havia câmeras.
Pouco antes do Natal haviam sido roubados os pequenos ciprestes do entorno que iriam servir para alegrar o Natal das crianças.
E cá entre nós, parece que diminuiu um bocado o perfume de Cannabis sativa que flanava naquele polêmico espaço.
Aliás, não tenho sentido mais.

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Renate Elisabeth Schmidt
Renate Elisabeth Schmidt (Cachoeira do Sul)
comentou sobre "Chega de violência".
AS CAMPANHAS SÃO BONITAS MAS NÃO GERAM RESULTADOS: SÃO PARA INGLÊS VER

No mundo livre formado pelos seguintes países, Filipinas, México e Brasil de população preponderantemente cristã, isto é, acima de 90% a situação é esta:

Filipinas: 7 mil mortos em 7 meses a mando do democrata Rodrigo Roa Duterte, eleito em 2016. Como resultado da político de extermínio de traficantes e/ou consumidores, aumentou em milhares o número de órfãos de pai e mãe.

México: o bonitão Enrique Peña Nieto está no comando do país desde 2012. Aos milhares, mexicanos tentam fugir para os Estados Unidos, além do país servir de passagem para centro-americanos provenientes do mundo livro da Nicarágua, El Salvador, Honduras e Guatemala, principalmente.
Em Iguala, 43 estudantes desapareceram de um ônibus que se dirigia à cidade. Soube-se depois que foram assassinados, incinerados e jogados no rio. O ato foi cometido por um cartel da região mancomunado com o prefeito, José Luís Abarca que queria impedi-los de realizar uma manifestação contra ele. Política do terror, aos moldes da praticada pelo Estado Islâmico.

Em 2017, houve 25 mil mortes violentas no país onde prevalece o cristianismo católico. Desde 2006, no MUNDO LIVRE do México, foram registradas mais de 200 mil mortes violentas.

No Brasil: país essencialmente cristão com maioria católica, possui nos seus anais policiais uma lista de 58.383 assassinatos em 2017, uma média de um assassinato a cada 8 minutos.

Neste jornal já está se tornando rotina noticiar o assassinato de cachoeirenses que estão residindo fora da cidade.

Para fins de comparação os três países da América Latina que possuem as menores taxas de assassinatos: Argentina e Chile (mundo livre) e Cuba (comunista).

Há o dramático caso da Venezuela, ONU e OEA fazem ouvidos moucos, e o país segue em avançado estado de degradação institucional, social e econômica.
Estou falando na mesma ONU que está deixando a Síria se pulverizar num cipoal de interesses geopolíticos, religiosos, tribais e econômicos.

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