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Cristiane Vieira da Cunha
cristiane@jornaldopovo.com.br
18/06/2019 - 10h08

O que é e como se aperfeiçoar como cat sitter

Cat sitter é mais uma das profissões que têm ajudado a expandir o universo pet. Especialmente, a quem busca empreender no setor e está de olho nas principais tendências do mercado.

Afinal de contas, cat sitter ainda é uma profissão em pleno desenvolvimento. E, por isso, os profissionais que empreendem no ramo também estão se adaptando à realidade, buscando surpreender o seu público-alvo com um serviço diferenciado.
E, para você começar já com uma boa orientação do que faz — e como faz — um cat sitter, preparamos este post. Confira, e descubra conosco como iniciar a sua carreira já com o pé direito!

O que é um cat sitter?
Em resumo, o cat sitter é uma variação dos pet sitters: um profissional que se dedica em cuidar dos felinos diante da ausência, curta ou longa, dos seus responsáveis. O interessante é que a duração desses cuidados é variável de acordo com a necessidade do cliente.

Por exemplo: se o tutor do felino precisa de alguém que cuide do gato após uma cirurgia delicada, o cat sitter monta uma agenda dedicada a suprir tal demanda. Caso seja necessário apenas trocar a areia sanitária e a ração e água, ele faz isso também, em apenas 1 hora. Ele pode, inclusive, cuidar dos filhotes de gatos se o tutor não tiver experiência nisso.

Anteriormente, mencionamos algumas das responsabilidades que cabem ao cat sitter, em sua profissão. No entanto, cabe um reforço e aprofundamento em suas atribuições. O profissional pode realizar as seguintes tarefas:

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-Higienização do ambiente
-Além da já citada caixa de areia, o cat sitter pode higienizar os potes de comida e de água, remover pelos acumulados nesses locais etc.
-Cuidados com o felino
-Podem ser os essenciais do dia a dia, como a troca de ração e de água, além da escovação, limpeza (olhos e ouvidos, por exemplo) e o corte de unhas.
-Medicamentos
-Companhia


Diante da eventualidade de medicar o gato, o cat sitter pode assumir a função em nome dos tutores. Vale apontar, no entanto, que são cuidados básicos — questões mais complexas devem ser lidadas diretamente com o médico veterinário do animal.

Engana-se quem acha que os gatos se viram muito bem sozinhos — e por muito tempo. Eles também demandam atenção e carinho, e o cat sitter pode fazer parte disso. Por fim, todas as atividades devem ser registradas e repassadas ao tutor.

Afinal de contas, o profissional tem bastante contato com o felino, e qualquer coisa que possa ser observada deve ser repassada para o tutor — como excesso de carência. Assim, é possível tomar decisões de qualidade para cuidar do felino da melhor forma possível.

Dicas para o aperfeiçoamento profissional do cat sitter
Não se trata de uma profissão sindicalizada, não existindo a exigência acadêmica para se especializar como um cat sitter. Observe, entretanto, que o aperfeiçoamento profissional pode ser efetuado por meio de cursos que, direta ou indiretamente, contribuem para o desenvolvimento profissional.

Além disso, a participação em eventos do setor ajudam a compreender a demanda, as necessidades e eventuais oportunidades no setor. Cabe ao profissional compreender que se tornar um cat sitter não é a linha de chegada para lugar algum, mas, sim, o primeiro capítulo de uma carreira que demanda aperfeiçoamento contínuo.

A profissão está em alta e tem alto retorno. Só que o cat sitter deve entender que ele só terá destaque se souber, gradativamente, encantar e surpreender os tutores e os seus respectivos felinos.

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