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joão orlando dos santos
joão orlando dos santos (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 19h58
Conteúdo: "Fenarroz"
REMEMORANDO

Diz com razão e propriedade o Luiz Angelito Miguel, quem invade propriedade alheia (rural ou urbana) tem que ser corrido.
Lembro dos tempos de representante comercial trabalhando no Centro-Oeste, nos idos dos anos 80.
E relembro de conversas com produtores rurais gaúchos que lá estavam ou estavam chegando para criar e agigantar a nova fronteira agrícola do Brasil.
Lá se encontrava terra barata se comparada com os preços das terras do Rio Grande, e isto foi um fator que contribui na migração dos gaúchos para o centro-oeste, em sua maioria pequenos e médios produtores.
Os migrantes só foram embora por estarem cansados de produzir alimentos e serem explorados na época pelos latifundiários, que eles chamavam de gigolôs de vacas ou do suor do produtor, com o que eles pagavam de percentagem aos gigolôs aqui, lá eles podiam comprar terras e produzir e se livrar dos sanguessugas.
As vezes me pergunto porque os governos preservam o direito de posse de quem nada produz e vive de explorar a quem produz, isso ao final reflete no preço final e na mesa do consumidor.
Hoje quem produz paga 20% na soja e 35% no arroz para o latifundiário que nada produz, não seria melhor o governo investir no produtor rural e comprar estas terras e financiá-las ao verdadeiro produtor.
É claro que respeitando o direito de posse e pagando o preço justo avaliado através dos impostos que são pagos pelo dono da terra.
No fundo, bem no fundo, os gigolôs da terra contribuiram para o nascimento,crescimento e desenvolvimento de uma nova fronteira agrícola, com as suas percentagens abusivas correram os que produziam para o Centro-oeste.

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Eduardo Dicklhuber Baumhardt
Eduardo Dicklhuber Baumhardt (João Pessoa) em 20.05.2014 19h42
Conteúdo: "Paço Municipal começa a ser recuperado"
Parcerias que dão certo entre instituições e pessoas da melhor qualidade

Efusivos cumprimentos ao Grupo pró Paço Municipal, ao 3º Batalhão, a Screw e a todos os voluntários que se envolvem de corpo e alma no processo de restauração de um patrimônio que é de toda a sociedade, mas que as gestões municipais (todas, de todos os matizes políticos) sempre negligenciaram. Exemplo para todos! Depois da Ponte de Pedra, o Paço Municipal... E já vamos pensando no próximo... Forte abraço a todos! A propósito: bela foto!!!

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joão orlando dos santos
joão orlando dos santos (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 19h56
Conteúdo: "Em quem votar?"
Jorge Almeida Almeida

o Sr. se engana, sempre vai ser um prazer fazer o contraponto aos lacaios desmemoriados de extrema direita.
A Mãe Dináh de Brusque, errou, não sou irreverente e muito menos rebelde, sempre tive facilidade para trabalhar em equipe, apenas não tenho índole para ser capacho.
A Mãe Dináh de Brusque ,errou de novo, não tive participação de ninguém para não servir ao exército, não tinha pé chato e muito menos arrimno de família.
Fico envergonhado de ver o sr. postar descaradamente uma mentira e afirmar como verdade, desde quando quem ganha salário mínimo é classe média, ninguém até hoje afirmou está mentira como sendo uma verdade.
Classificar o Bolsa Família como um sistema de compra de votas, vem apenas demonstrar a sua soberba e a sua arrogância ao achar que o pobre que necessita desta ajuda se vende, talvez julgue os outros usando como régua o seu caráter.
Os culpados pela pobreza no Brasil, são os que estão no topo da pirâmide social, quanto mais possuem mais querem possuir e não tem nenhum constrangimento em explorar quem trabalha,produz e os enriquece, e sonegam e corrompem com naturalidade e com a certeza da impunidade.
O que o Brasil gasta com as bolsas sociais é porcaria perto do que gasta e já gastou com subsídios aos industriais,comerciantes e produtores rurais.
Vou reativar a tua memória direitista, com poucos exemplos:
Quando o Governo instituiu o seguro agrícola e o produtor pagava 1% por isso, sabe o que aconteceu:
Milhões de produtores rurais médios e grandes conseguiram talão de produtor rural para a mulher, o filho a filha a nora o genro e desviaram a produção, e o seguro cobriu o financiamento no BB, e a produção entrou líquida no bolso dos ladrões.
Quando o Governo resolveu subsidiar o adubo pagando 40% do custo, o produtor rural aliado a revenda de adubo e com o aval do engº agrº alteraram a necessidade consumo e roubaram dos cofres do crédito agrícola bilhões de reais, só no RS, se todo o adubo e o calcareo que foi faturado tivesse sido usado teria coberto o solo e os rios gaúchos com uma cama de l5 cm.
Os juros que o produtor rural , o industrialista e o comerciante paga é menos de 25% do juro que paga o trabalhador em seu cheque dito "especial" ou seu crediário para adquirir os seus bens de consumo.
Então nobre vidente de Brusque, se conseguir raciocinar com lógica e sem ódio, vai descobrir que no Brasil quem sempre pagou a conta foi o trabalhador, e o resto sempre lhe explorou e sugou.
Salário mínimo de US$ 327 não inclui na classe média como o sr, mentiu, mas é muito melhor do que os US$80 dos verdes torturadores, ou do que os US$ 55 dos tucanos neoliberais, infelizmente ainda inferior aos US$500 do Getúlio.

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Jorge Almeida Almeida
Jorge Almeida Almeida (Brusque) em 20.05.2014 18h16
Conteúdo: "Em quem votar?"
Responsabilidades

Tá faltando dez dias para não termos mais embates com os esquerdistas que não assumem suas responsabilidades, tanto sociais quanto políticas. O nosso irreverente e rebelde colega, teve a participação dos tios coronéis ou tinha pé chato ou era arrimo de família para não servir no exercito na década de 70. Outras opções são descartadas para a época. O mal deste governo esquerdista e colocar a vitimização das classes sociais, quando culpa a classe média pelas dificuldades da classe mais pobre. Nunca critica os banqueiros e mega empresarios, principalmente os da construção civil, pois bancam suas campanhas políticas e mantêm suas comissões de propinas e corrupção. Temos uma das piores classificações mundiais na Educação e na Saúde, isto porque nossos governantes apenas se preocupam com os pobres através do bolsa família, que nada mais é do que um sistema de compra de votos. Hoje, para nossos governantes, quem ganha um salário minimo já entra na faixa da classe média. Daí talvez, surja uma nova conotação de que a culpa da pobreza seja da classe média "alta" e não da classe média como era no principio da era lulla. Não possuem respeito com nada, nem com os outros. Não obedecem as leis e tem sempre motivos suficientes para desrespeitá-las. Sobra-lhes arrogância e despreparo.

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cleiton ellwanger ellwanger
cleiton ellwanger ellwanger em 20.05.2014 17h51
Conteúdo: "Paço Municipal começa a ser recuperado"
só com ajuda do Exercito

Imagina pra recuperar o paço municipal precisaram da ajuda do Exercito, imagina a casa do Abreus por serem hipócritas trancaram a venda do terreno pro Zaffari, agora pagaram pra ver.

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joão orlando dos santos
joão orlando dos santos (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 17h51
Conteúdo: "Comerciantes da zona norte querem mais segurança no trânsito"
Paulo Ribeiro Silva

Não vejo o trânsito cachoeirense como sendo caótico.
Qualquer cidadão consegue se deslocar em no máximo 15 minutos de qualquer extremo da cidade a outro ponto extremo.
Penso que o caótico é o motorista cachoeirense em sua grande maioria.
Confuso, desconhece as regras básicas de dirigir, o pisca parece inexistir na maioria dos veículos.
Desordenado e mal educado, usa as ruas como se fosse o único a trafegar por ela, são várias as ruas em que se poderia trafegar em fila dupla em mão única, e ao largo se vê condutores postados no centro da avenida, impedindo a progressão dupla.
Faço o acesso da Alarico ao Centro, usando as periféricas que estão sempre vazias, antes do Hotel União desvio a sinaleira,adentro a Brasil, no Trevisan entro a esquerda e passo na frente dos Tropeiros e saio lá nos Engenhos e as encontro sempre livres ou quase, levo menos da metade do tempo de que se fosse usar a Brasil,Julio,Saldanha.
Outra opção para chegar ao centro é usar a Marcelo Gama que raramente está engarrafada, se anda um pouco mais mas com mais rapidez.
Outro coisa que observo é a preguiça do condutor, todos querem estacionar o mais perto possível do seu destino, e isto é feito por comerciantes e comerciários que entopem as avenidas comerciais e deixam a clientela que vai consumir e gastar sem espaço, ou isto é preguiça ou burrice.
Sempro disse que é muito melhor dirigir em Poa por exemplo do que aqui, pois lá pelo menos a sinalização é respeitada e o pisca usado por quase todos.
Fico envergonhado de ver com frequencia na João Neves da Fontoura instrutores de auto escola ensinando pessoas a retornarem no meio da avenida em frente aos quartéis, e tem alguns que sequer conseguem retornar, sem antes engatar uma marcha a ré, expondo perigo aos que por lá circulam.
Penso que ainda falta motorista qualificado e sobra espaço para trafegar.

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Vilma Vidal
Vilma Vidal (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 17h02
Conteúdo: "Mulheres do Bairro Cohab contribuem com a campanha Quadradinhos de Amor"
Mulheres do Bairro Cohab contribuem com a campanha Quadradinhos de Amor

gostaria de parabenizar essas mulheres e saber se não vai sair essa matéria no JP impresso? obrigado

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joão orlando dos santos
joão orlando dos santos (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 17h02
Conteúdo: "Em quem votar?"
Maurício Lara

Quem é tu para definir se um homem tem ou não condição moral para usar a farda do exército?
Vi centenas de canalhas,pedófilos,assassinos usando esta farda e também vi muitos homens de bem.
Não usei porque não quis, na época do serviço militar obrigatório optei por ganhar mais do que os meninos que passavam um ano no exército arrancando inço do calçamento, ou sendo humilhados por lacaios recalcados com divisa que não tinham moral e nem hombridade para sequer comer com igualdade a mesma mesa.
Se quizesse e usasse do QI ( quem indica) e do braço forte teria pedido aos meus tios que eram generais na época e com certeza iria como tantos outros foram pela porta dos fundos para alguma
academia, mas nunca gostei de receber ordens idiotas e de desqualificados tecnicamente., ou de ficar devendo favores.
Idiotas utéis são os lacaios que acreditavam nos que dizem que o Jango iria conduzir o Brasil para o comunismo, e covardes foram os conservadores a serviço dos porcos ianques que não respeitaram os resultados da urnas, talvez da mesma forma que hoje sonham em desrespeitar a democracia e o resultado das urnas.
Vivem de sonhar com a volta da ditadura, não quis não quero e não vou me prestar para lamber botas de verdes improdutivos e caros aos cofres públicos.
Jango era um nacionalista, e por isso foi derrubado e também acusado covardemente de comunista coisa que nunca foi.
O que ele queria era realizar as reformas de base que até hoje não foram efetivadas, por exclusiva responsabilidade do conservadorismo e do elitismo do congresso nacional.
Conheço a História do Brasil, e não vou me prestar a discutir contigo, pois o sr. não passa de reacionário conservador de extrema direita, um radical intrasigente e apaixonado pelos de farda.
Grita e repete os escândalos e as falcatruas do governo atual, e parece desconhecer os escândalos as falcatruas as negocitas a corrupção e os roubos dos governos do passado.
Não sou tolo, sei e sempre soube que todos ou quase todos os políticos em todos os níveis não são gente honesta ou confiável, vivem de mentir e de enganar e em qualquer época sempre se locupletaram com recursos dos cofres públicos, no Brasil político em qualquer época sempre foi sinômino de mentiroso e ladrão.
E também sei por não se tolo e saber fazer contas, que nunca esteve tão bom para o trabalhador de baixa renda na história do Brasil, com está hoje, talvez igual ou melhor só foi o salário de Getulio Vargas.
E é isso que incomoda a classe média alta, os conservadores, a burguesia e a elite que sempre sugou e sempre pagou pouco pelo trabalho.
Parem,pesquisem,pensem,comparem e vejam a relação histórica do salário mínimo no Brasil, governo por governo,
O poder de compra do trabalhador governo por governo.
A quantidade de empregados no Brasil governo por governo
E gostem ou não fardados ou elitizados, vão ter de engolir o governo dos últimos 12 anos.
E nunca te esqueças que quem mata e tortura os que pensam diferente, não passa de um covarde fardado ou não.
E também não te esqueças que quem mata a quem não respeita os seus direitos sagrados, o de ir e vir e de eleger a quem quiser , antes de cometer um crime, executa mais que um direito, uma obrigação.

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João Gaspar Leal Morais
João Gaspar Leal Morais (Rio Grande) em 20.05.2014 16h59
Conteúdo: "Paço Municipal começa a ser recuperado"
É A VOZ DE QUEM SABE O QUE ESTÁ DIZENDO!

Boa tarde a Todos.

Vem daqui sim! A voz de quem sabe o que está dizendo... de quem está passando e sentindo na pele o que está dizendo.... e sem "faturar" politicamente pois não é filiado a NENHUM PARTIDO POLÍTICO, de quem sabe o que vai acontecer quando a restauração for inaugurada... aí vamos ver quem vai estar na fotinho.... é só esperar!

A voz de quem já errou e votou em ptralha (olivio... que nunca mais se elegeu ou se elegerá para qualquer coisa, o que só aumenta o meu erro) e que pede perdão de joelhos a todos os Gaúchos e promete NUNCA MAIS errar desta forma novamente.

Viva o Exército... e viva os Voluntários... porque se depender dos ptralhas....

Espero e tenho certeza que verei o trabalho concluído porque pessoas justas e de bons costumes estão alinhados com o Exército para que isto ocorra.

Meu pai trabalhou (carpinteiro) no extinto Batalhão Ferroviário.... lembram disso? Sabem o que faziam? Os ptralhas não sabem... pois não sabem o que é trabalho!

Então eu sei muito bem o que estou dizendo!

Abraços cordiais.

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Neusa Oliveira
Neusa Oliveira (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 16h31
Conteúdo: "Paço Municipal começa a ser recuperado"
paço Muniçipal

Miriam, shr Osni,os comentarios destas pessoas sao cheios de odio PRECOMCEITO eles nao tao nem ai para nossa cidade. .PARABENS a todos, precisamos de pessoas que gostem de nossa cidade acima de tudo
toda forma de RADICALISMO e um cancer contra sabedoria Augusto Cury

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Maurício Lara
Maurício Lara (Porto Alegre) em 20.05.2014 15h27
Conteúdo: "Em quem votar?"
Ao Sr João Orlando dos Santos:

Como eu disse dos idiotas úteis, os que só enxergam um lado e fecham osa olhos às atrocidades dos outros, relembro um caso. Se for crime de esquerda, está justificado??? E respeito à farda, que com certeza, homem do seu naipe não tem condição moral de usar! Se houveram excessos, foram de parte a parte. Felizmente, venceu que nos defendeu de cairmos numa ditadura comunista ou existe algum trouxa que acredite que aquela laia defendia princípios democráticos? e os idiotas úteis ainda acreditam que só porque votam, estão vivendo numa democracia??? Os venezuelanos acreditaram, na História recente e ainda não reinventada! Leia e conclua, se fores capaz: '09/05 - Massacre do tenente Alberto Mendes Júnior
Massacre do tenente Alberto Mendes Júnior - (10/05/1970)
O objetivo de toda organização terrorista era levar a guerrilha para a área rural e depois, já com o “Exército de Libertação Popular” formado e treinado, atacar e conquistar as cidades. A Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) planejava criar focos guerrilheiros em determinadas áreas táticas. Porém, antes disso era necessário doutrinar, instruir, orientar e preparar militantes para ocupar tais áreas. A organização passou a procurar áreas que facilitassem a segurança das instalações a serem construídas e as já existentes, e que permitissem instruir adequadamente o seu pessoal.
Em meados de 1969, a VPR adquiriu o Sítio Palmital, com 40 alqueires, na altura do Km 254 da BR-116, São Paulo-Curitiba. Esse terreno foi comprado dos sócios Manoel de Lima (ex-prefeito de Jacupiranga) e Flozino Pinheiro de Souza, simpatizantes dessa organização terrorista. Quem assinou a escritura foi Celso Lungaretti, usando o nome falso de “Lauro Pessoa”.
Em 15/11/69, Lamarca foi levado por Joaquim dos Santos e José Raimundo Costa para o Sítio Palmital. Lamarca seria o comandante dessa área de treinamento, que ele denominou Núcleo Carlos Marighella. Quando chegou ao sítio, já o esperavam Celso Lungaretti, Yoshitame Fujimore, Massafumi Yoshinaga e JoséLavechia. Reunidos, concluíram que o Sítio Palmital era pequeno e vulnerável por estar localizado nas proximidades da BR-116.
Compraram outro sítio, o dobro do primeiro, com 80 alqueires, um pouco mais ao norte e a 4 km da BR-116, pertencente ao mesmo Manoel de Lima.
Antes do Natal de 1969, a área já estava pronta, inclusive com o material bélico a ser utilizado nas aulas: 4 FAL, 6 fuzis 1908, espingardas calibre 12, 8 Winchester, 18 revólveres .38 e pistolas .45.
Em 07/01/70 chegaram os alunos, e Lamarca escolheu duas bases onde foram alojados:
- Base Carlos Roberto Zanirato: - Darcy Rodrigues (comandante); Gilberto Faria Lima; José Lavechia; Mário Bejar Revollo (boliviano); Valneri Neves Antunes; Delci Fensterseifer; Antenor Machado dos Santos; Herbert Eustáquio de Carvalho; Iara Iavelberg (companheira de Carlos Lamarca).
- Base Eremias Delizoikov: - Yoshitame Fujimore (comandante); Diógenes Sobrosa de Souza; Ariston de Oliveira Lucena; José Araújo Nóbrega; Edmauro Gopfert; Ubiratan de Souza; Roberto Menkes; Carmem Monteiro dos Santos Jacomini (companheira de Roberto Menkes).
Em 16/04/70, Celso Lungaretti, que havia adquirido a área de treinamento em nome da VPR, foi preso no Rio de Janeiro e, nesse mesmo dia, “entregou” a existência dos dois sítios.
No dia seguinte, 17/04/70, o Centro de Informações do Exército (CIE) transmitiu ao Comando do II Exército (São Paulo) a existência da área de treinamento. Nesse mesmo dia, equipes do 2º Batalhão de Polícia do Exército (2º BPE) foram enviadas para a área e prenderam, em Jacupiranga, Flozino Pinheiro de Souza, um dos donos do sítio.
Como o Vale da Ribeira estava na área de responsabilidade do então II Exército (São Paulo), coube a ele a condução das operações para neutralizar a região de treinamento.
Dos 17 militantes que estavam inicialmente na área, oito conseguiram sair no dia 20 de abril. No dia 27 de abril foram presos Darcy Rodrigues e José Lavechia. Agora, eram sete os fugitivos.
Dentre os vários acontecimentos que ocorreram durante as operações, é importante ressaltar o seguinte:
No dia 8 de maio, aproximadamente às 10h30, os sete foram até uma venda e, identificando-se como caçadores, alugaram um veículo F-350, para que seu proprietário os levasse até a localidade de Eldorado. Porém, enquanto eles almoçavam, o proprietário do veiculo enviou dois moradores, a cavalo, para avisar ao Exército que sete homens, que passariam numa caminhonete F-350, eram os terroristas procurados. Como os mensageiros não encontraram nenhuma tropa no caminho, foram ao Destacamento Policial de Eldorado e avisaram aos policiais.
O sargento comandante do Destacamento determinou que os seus seis soldados, armados com revólver .38, estabelecessem uma barreira e, após instruir os soldados, foi a Jacupiranga avisar ao Exército.
Às 19 horas, o grupo dos sete, todos com armas pesadas, ao verem a barreira em Eldorado reagiram. Alguns PMs foram feridos e os restantes se ocultaram no mato. A gangue de Lamarca, refeita do susto, prosseguiu, na F-350, rumo à Sete Barras.
Às 19h30, o posto do Exército em Jacupiranga tomou ciência do tiroteio ocorrido em Eldorado e mandou em direção aos terroristas um pelotão do 6º RI. Enquanto isso ocorria, 20 homens da PMESP, chefiados pelo tenente Alberto Mendes Júnior, seguiram de Registro para Sete Barras. Ao saber do choque em Eldorado, o tenente Mendes seguiu para essa localidade, com uma C-14 e um caminhão com o toldo abaixado.
Logo após ultrapassar o Rio Etá, às 21 horas do dia 8 de maio, sofreram uma emboscada, preparada pelo pessoal do Lamarca. O tiroteio foi violento. O grupo dos sete levava a vantagem da surpresa, além de estar bem abrigado no acostamento e da superioridade do seu armamento, os modernos FAL.
Os 20 policiais militares do tenente Mendes, ao contrário, levavam a desvantagem de terem sido atacados de inopino, em pleno deslocamento nas viaturas, além da inferioridade de suas armas, ou seja, os revólveres .38 e os velhos fuzis modelo 1908.
Em plena escuridão, ouviram-se os gemidos de dor dos policiais feridos. O tiroteio continuava. A desvantagem era gritante e um morticínio estava para ocorrer. Nessa ocasião, o tenente Mendes ouviu um terrorista gritar para que ele se rendesse. Para salvar a vida de seus subordinados, que naquele local ermo se esvaíam em sangue, alguns em estado grave, o tenente aceitou a proposta de Lamarca. Deixaria sob a mira dos terroristas os soldados que não haviam sido atingidos, enquanto ele seguiria com seus feridos até Sete Barras, para receberem assistência médica e depois voltaria.
Feito o acordo, o tenente partiu e deixou os seus feridos em Sete Barras. Voltou sozinho para tentar libertar seus soldados. Lamarca tinha a opção de fuzilar o tenente e os demais prisioneiros, para prosseguir com sua fuga. Opção perigosa, pois os tiros poderiam ser ouvidos e o grupo localizado. Nessa situação, prisioneiros só o atrapalhariam.
O tenente propôs a Lamarca que libertasse seus subordinados. No lugar deles, apresentava-se como refém.
Lamarca , sem outra opção, concordou e os soldados foram libertados. O tenente foi obrigado a seguir com eles na direção de Sete Barras. Embarcaram na F-350 que atolou ao passar sobre o Rio Etá. Abandonaram a viatura e partiram a pé, em duas colunas, uma de cada lado da estrada. Já era quase meia-noite quando, na entrada de Sete Barras, ouviram vozes. Era uma barreira montada pelo Exército. Abandonaram a estrada e se embrenharam na mata. Isso nem bem tinha acontecido quando surgiu um veículo civil, no sentido de Eldorado-Sete Barras, que se chocou com a barreira. Iniciou-se outro tiroteio que acabou com quatro feridos. Era o pelotão do 6º RI que havia sido mandado de Jacupiranga à procura dos fugitivos. Foi o típico “fogo amigo”,que a escuridão ajudou a acontecer.
Tribunal Revolucionário executa o tenente Mendes
Nesse contexto, Edmauro e Nóbrega se perderam e se afastaram definitivamente do grupo de Lamarca. Edmauro foi preso no dia 10 de maio e Nóbrega no dia 11. Naquele momento, o grupo passara a ser o grupo dos cinco. Lamarca ficou indignado com o tenente Mendes, porque este não o avisou da barreira na entrada de Sete Barras, culpando-o pelo desaparecimento de Edmauro e de Nóbrega. Continuaram a andar pela mata. O tenente os atrasava na marcha, pois tinha de ser constantemente vigiado. Além disso, era mais um para comer. Depois do entrevero em Sete Barras, já haviam andado um dia e meio. No início da tarde do dia 10 de maio de 1970, pararam para descanso. Ariston e Gilberto ficaram tomando conta do prisioneiro. Lamarca, Fujimore e Sobrosa afastaram-se e formaram o “Tribunal Revolucionário”. Decidiram que o tenente seria “justiçado”.
Dada a sentença, os três retornaram. Acercando-se por trás do oficial,Yoshitame Fujimore desfechou-lhe violentos golpes na cabeça, com a coronha do seu fuzil. Caído e com a base do crânio partida, esse bravo oficial da Polícia Militar do Estado de São Paulo gemia e contorcia-se em dores. Foi quando Diógenes Sobrosa de Souza desferiu-lhe outros golpes na cabeça, esfacelando-a.
Ali mesmo, numa pequena vala e com seus coturnos ao lado da cabeça esmagada, o tenente Mendes foi enterrado em cova muito rasa. Seu corpo só seria localizado 4 meses depois.
Assim, de forma vil e covarde, terroristas fanáticos acabaram com uma vida. Essa foi a única morte ocorrida nas operações de combate à VPR, no Vale da Ribeira. Após assassinar o tenente, o grupo dos cinco continuou cercado e sem condições de sair da área. No dia 30 de maio, Gilberto Faria Lima, após tomar banho num rio, barbeou-se e cortou o cabelo, conseguindo, sozinho, sair da área. Os outros fugiriam depois.
Corpo do tenente Mendes localizado e sepultado em São Paulo
Em 19/08/1970, Ariston de Oliveira Lucena foi preso em São Paulo pela OBAN. Interrogado, indicou o lugar onde estava enterrado o tenente. No dia 08/09/70 foi providenciada a sua ida até o local. Lucena tremia e chorava; tinha medo de ser “justiçado” pelos companheiros do tenente. Tremia e chorava porque conhecia as práticas de seus companheiros de organização terrorista - em casos como esse: “justiçamento”.
O corpo do tenente Mendes foi exumado, sendo sepultado no dia 11/09/70.
A respeito do ato fúnebre transcrevo o que publicou o Jornal do Brasil de 12/09/70:
“Mais de mil pessoas acompanharam ontem à tarde, até o Cemitério do Araçá o corpo do tenente da Polícia Militar Alberto Mendes Júnior, assassinado pelo grupo do ex-capitão Carlos Lamarca, no Vale da Ribeira, em maio, e cujo cadáver foi encontrado no início desta semana. O governador Abreu Sodré, que velou o corpo no salão nobre do Quartel General da Corporação, deu o nome de Capitão Alberto Mendes Júnior ao Grupo Escolar de Vila Galvão, em Guarulhos.
Envolto na bandeira nacional, o esquife levando o corpo do oficial foi posto, às 14h, numa carreta do Corpo de Bombeiros, que saiu da Avenida Tiradentes para o Cemitério do Araçá. À frente do cortejo iam batedores e a banda de música do Batalhão Tobias de Aguiar.
O carro fúnebre foi acompanhado por milhares de oficiais e praças da PM, representantes do Exército, Marinha e Aeronáutica, ex-Guarda Civil e Polícia Rodoviária, além de centenas de civis, tendo à frente o comandante geral da PM, coronel Confúcio Danton de Paula Avelino, o secretário de Segurança Pública, coronel Darci da Cunha Melo e o general Paulo Carneiro Tomaz Alves.
O cortejo atravessou o centro da cidade, onde o trânsito foi interrompido e as lojas fecharam suas portas. O esquife foi levado pelas altas patentes até a sepultura nº 38. Lido o boletim oficial o esquife baixou à sepultura, com honras militares.”
“Ao assinar o ato que deu o nome de Capitão Alberto Mendes Júnior ao Grupo Escolar de Vila Galvão, onde estudou o oficial morto, o governador Abreu Sodré destacou: ‘a humana compreensão do valor de vida, expressa pelo 2º tenente de polícia militar Alberto Mendes Júnior, que se entregou como refém aos terroristas-guerrilheiros, para salvar a vida de seus comandados; seu acendrado patriotismo, ao morrer em defesa da democracia e das liberdades constitucionais, nas mãos cruéis de seus algozes que lhe mutilaram o corpo, em assassinato frio e desumano; sua vida dedicada à corporação, aos seus subordinados, à disciplina militar e à hierarquia funcional, representa exemplo histórico para a juventude e, sobretudo, aos jovens estudantes de nossas escolas.”
Em setembro de 1970, a VPR tentou justificar o assassinato do tenente Mendes em um comunicado intitulado “ao povo brasileiro”, do qual foi extraído o seguinte trecho:
“... A sentença de morte de um tribunal revolucionário deve ser cumprida por fuzilamento. No entanto, nos encontrávamos próximos ao inimigo, dentro do cerco que pôde ser executado em virtude da existência de muitas estradas na região. O ten Mendes foi condenado a morrer a coronhadas de fuzil, e assim o foi, sendo depois enterrado.”
O tenente Alberto Mendes Júnior nasceu em 24/01/1947, em São Paulo/SP. Filho de Alberto Mendes e Angelina Plácido Mendes, cedo manifestou o desejo de ingressar na PMESP, o que conseguiu após concluir o segundo grau.
Ingressou no Curso Preparatório de Formação de Oficiais em 15/02/1965. Foi declarado aspirante a oficial em 21/04/1969. Em 2 de junho desse ano, foi classificado no 15ºBP. Em 15 de novembro foi promovido, por merecimento, ao posto de 2º tenente. Em 06/02/1970, apresentou-se no Batalhão Tobias Aguiar, onde rapidamente se entrosou com seus novos companheiros.
Carinhosamente era chamado de “Português” pelos seus colegas. Era alegre, sempre sorridente e muito competente.
Em fins de abril o seu batalhão foi designado para prestar apoio à Companhia Independente, com sede em Registro. Para lá o tenente Mendes seguiu no comando de um pelotão, juntamente com outro pelotão do mesmo batalhão, ambos sob o comando do capitão Carlos de Carvalho. Após uma semana naquela cidade, o capitão recebeu ordens para retornar com um dos pelotões para São Paulo.
- Câmara de vereadores de Porto Alegre presta homenagem a assassino de tenente
Quando a televisão, especialmente a Rede Globo, e a maioria da imprensa e da Igreja, tendo à frente a figura do arcebispo D. Paulo Evaristo, se omitem e se negam a dar publicidade ou distorcem fatos como o desse estúpido assassinato, constatamos que a má-fé e a ideologia prevalecem sobre a razão e o caráter.
Vemos os assassinos do tenente Mendes e tantos outros serem premiados com vultosas indenizações, além de serem, constantemente, mostrados nas nossas escolas, TV e jornais, como exemplos de democratas a serem seguidos.
Confirmando o que foi dito acima, em 19 de maio de 2004 o prefeito de Porto Alegre/RS, João Verle, sancionou a Lei nº 9.465, designando um logradouro do loteamento Quinta do Portal, em Porto Alegre/RS, como Rua Diógenes Sobrosa de Souza.
Segundo a exposição de motivos do vereador Ervino Besson, da Câmara Municipal de Porto Alegre, o homenageado:
“Foi um dos poucos gaúchos condenados a penas tão severas pela sua militância política em defesa da liberdade e restabelecimento da democracia no País. Homem que sempre lutou em defesa da liberdade, direito de cidadania em defesa dos mais fracos e indefesos.”
Destino dos cinco assassinos do tenente
A respeito dos cinco assassinos do tenente Mendes:
- O ex-capitão Carlos Lamarca morreu em 17/09/71, no interior da Bahia, em combate com o DOI/CODI/6º RM.
- Yoshitame Fujimore morreu em 05/12/70, em São Paulo, em combate com o DOI/CODI/II Ex.
- Diógenes Sobrosa de Souza foi preso em Porto Alegre em 12/12/70. Julgado, foi condenado à morte. Depois teve sua sentença comutada para prisão perpétua e, finalmente, reduzida para 30 anos de prisão. Com a Lei da Anistia foi colocado em liberdade. Suicidou -se em Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, no dia 17/11/1999. Segundo sua certidão de óbito, “a morte deu-se por asfixia por enforcamento (suicídio)”.
- Ariston de Oliveira Lucena, condenado à pena máxima, foi solto com a Lei da Anistia.
- Gilberto Faria Lima fugiu para o exterior e seu paradeiro é desconhecido.
A morte do tenente Alberto Mendes Júnior não foi em vão. Ela revelou, por um lado, o desprendimento de um homem e a perfeita noção do cumprimento do dever, que o levou à morte para salvar seus subordinados. Por outro, o ódio, o fanatismo e a crueldade de seus algozes.
A sublimação da tragédia desse herói trouxe aos verdadeiros combatentes da liberdade o suporte moral para seguir lutando com denodo e crença nos valores democráticos."

Vale também relembrar a morte e tortura do então prefeito de Santo André, Celso Daniel, que denunciava maracutaias petistas...foi "justiçado", oito pessoas envolvidas com o crime foram assassinadas, inclusive o garçon que serviu o prefeito no dia que foi sequestrado. A família vive sob medo e ameaça e ninguém quer saber do caso...Dois pesos, duas medidas...só para resumir...anistia para quem for contra o "sistema" democrático petralha...

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Paulo Ribeiro Silva
Paulo Ribeiro Silva (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 15h27
Conteúdo: "Comerciantes da zona norte querem mais segurança no trânsito"
João Orlando dos Santos, boa tarde

Veja bem, o trânsito por aqui já é um grande caos, me parece que você também reside na zona norte e sabe disso muito bem, em recuadas eras atrás o comércio se concentrava quase que totalmente na metade sul da cidade, quando alastrou-se para cá não veio acompanhado de um projeto decente de mobilidade urbana. Dá uma examinada na av. Brasil desde a Alarico Ribeiro até a Bento Gonçalves, por ali circula de todo, há estacionamento dos dois lados, é mão dupla, tem áreas de desembarque de mercadorias, carroças, caçambas coletoras junto ao meio fio, ônibus, caminhões, carretas, carrinhos de reciclagem, bicicletas, pedestres e tudo o mais que se possa imaginar, ninguém se entende, muitas vezes é cada um por si naquele verdadeiro pandemônio ali acima.
A reitoria da UFSM projeta uma comunidade acadêmica com cinco mil integrantes no auge de operação do campus local, isso é o que se projeta. Pergunta para aqueles que estão trabalhando na implementação desse grande projeto educacional o impacto que teremos nesse trânsito já caótico se esse pessoal tiver de usar esse corredor já saturado, com pessoas mal educadas e de pouca paciência. Veja você que o crescimento da cidade sempre se deu de forma centralizada no corredor norte/sul. Agora que as coisas começam a acontecer no sentido historicamente renegado (leste/oeste) é preciso dotar esse traçado de rotas de mobilidade urbana. A Ulbra ficou num caminho sem continuidade, coisa mais ridícula era ver os ônibus da TNSG fazendo um contorno estranho na frente do estacionamento da universidade para descer os acadêmicos na parada. Olhe onde hoje situa-se o parque industrial da Screw. Outra coisa, pelo que me consta outro dia andaram comentando sobre um novo empreendimento dos Germanos em habitação, em outra área a ser explorada. E os caminhos, como ficam? Nos últimos dez anos nossa frota de veículos dobrou, isso segundo o Detran. E o ritmo de crescimento vai continuar ocorrendo, talvez até em ritmo maior. Se hoje temos uma vida agitada e precisamos cumprir horários eu é que me pergunto:por onde esse povo todo irá cruzar? Por aqui estão esperando o asfalto chegar na Marcílio Dias, para desafogar um pouco a Brasil. Vale a boa intenção, mas uma medida paliativa em minha modesta avaliação, que tem um prazo de validade, a frota segue aumentando, o pátio das revendas de carros usados estão repletos de veículos à espera de compradores. Se o tal Anel Viário não sair do papel um dia a situação ficará insustentável por aqui. Outra coisa, às vezes me entristeço ao ver que pessoas de visão e inteligentes não querem nem saber da política, sequer sabem o que está acontecendo. O distanciamento desse tipo de cachoeirenses talvez explica um pouco o atraso em que nos encontramos. Tchê, quantos anos faz que fala-se em Anel Viário?Convenhamos, assim fica difícil, de boas intenções o quinto dos infernos está cheio.
Abraço

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Osni Schroeder
Osni Schroeder (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 14h51
Conteúdo: "Sinalizar pela vida"
o tempo faz esquecer as dores

obrigado pela manifestação Paulo

precisamos ações de educação para o transito junto as pedestres que atravessam nas faixas.

nos dias seguintes ao acidente havia gente da prefeitura, junto às faixas, trabalhando na conscientização dos pedestres.
já não vejo mais ninguém agora.

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Osni Schroeder
Osni Schroeder (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 14h52
Conteúdo: "Paço Municipal começa a ser recuperado"
José do Nascimento

o senhor olha a foto que registrou o início dos trabalhos, e manifesta-se que vai "confiar desconfiando".

nós, do grupo de voluntários que tenta salvar a edificação do Paço Municipal preferimos que o senhor não confie nenhum pouco no sucesso da empreitada.

sua confiança pode nos atrapalhar!!!!!

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Régis Devilla
Régis Devilla (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 14h52
Conteúdo: "Acidente ontem na 290 provoca morte de casal"
Área de escape

Deem uma lida neste artigo da PUC.
http://revistas.pucsp.br/index.php/pensamentorealidade/article/viewFile/14723/10716

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Osni Schroeder
Osni Schroeder (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 14h52
Conteúdo: "Paço Municipal começa a ser recuperado"
O Paço é de Cachoeira

O 3º Batalhão de Engenharia de Combate, fundamental na recuperação da Ponte de Pedra, e igualmente parceiro singular no início dos trabalhos de restauração do Paço, dá sua contribuição para a comunidade de Cachoeira do Sul.
O Paço municipal é de todos cachoeirenses, e não do partido do governo municipal.
governos passaram, passam e passarão.

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ROSVITA HERZOG BRANDT
ROSVITA HERZOG BRANDT (Florianópolis) em 20.05.2014 14h52
Conteúdo: "42 veículos parados na Balada Segura"
Balada Segura

E eu quero ver o Deividi Silva repetir seu comentário se, algum dia, esses caras que bebem e saem dirigindo matarem um familiar seu.

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Adriano Bitencourt Chaves
Adriano Bitencourt Chaves (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 13h57
Conteúdo: "Paço Municipal começa a ser recuperado"
CONSIDERAÇÕES

Se não é o exercito, nem a foto sai.

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Mírian Carlos
Mírian Carlos (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 13h39
Conteúdo: "Paço Municipal começa a ser recuperado"
Paço Municipal

Quero parabenizar a todos os envolvidos por essa magnífica obra de resgate histórico.
Porém, o impressionante são algumas postagens negativas, que vem lá da "noiva do mar",faturando politicamente.
Reproduzem um discurso de ódio, intolerância e revolta, totalmente injustificável, para o momento atual.

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Luis Angelito Miguel
Luis Angelito Miguel (Cachoeira do Sul) em 20.05.2014 12h46
Conteúdo: "Acidente ontem na 290 provoca morte de casal"
Tsc, tsc, tsc ...

A culpa não é das árvores, e sim de quem trafega pela rodovia.

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