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Política 14/11/2016 - 19h42

Pacote de cortes no governo Sartori chegará à Assembleia na próxima semana

Existe forte especulação a respeito, mas conteúdo ainda não foi revelado

À moda Temer, Sartori promove jantar com deputados para buscar apoio 

O pacote de cortes na estrutura do Estado será enviado pelo governador Sartori à Assembleia Legislativa na próxima semana.

A expectativa inicial era de que os textos chegassem ao Parlamento até quarta-feira. No entanto, interlocutores do Palácio Piratini relataram que as medidas devem ser apresentadas entre 21 e 22 de novembro.

À moda Temer, Sartori promove jantar com deputados para articular apoio a novo pacote de cortes no governo

Nos próximos dias, deputados que compõem a base de sustentação do governo na Assembleia serão chamados para uma reunião específica sobre as matérias.

“Estão fechando o pacote ainda. Devem nos mostrar após a conclusão das propostas”, resume um deputado que compõe a base do Executivo.

Os projetos de lei podem ser apreciados antes do recesso de verão ou em sessão extraordinária convocada pelo Executivo.

Na semana passada, Sartori iniciou uma reaproximação com parlamentares da base aliada. As bancadas do PMDB e PSB foram as primeiras convidadas para encontros no Piratini.

No jantar com o PSB, por exemplo, o governador falou sobre eleições municipais, conjuntura nacional e adiantou o envio do pacote, porém sem detalhar as medidas.

PACOTE

Os projetos, segundo informações de bastidores, incluirão corte de estruturas de governo, com o objetivo de diminuir custos e racionalizar a máquina pública.





Comentários

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Comentários (26)


  • Henrique  Schuck Drey
    Henrique Schuck Drey (Capão da Canoa) em 30/11/16 14:01
    Ação Civil Publica

    O MMP/RS ingressou com ação civil publica para que o governo do Estado libere todas as informações referentes as contas publicas. A promotoria de Defesa do patrimônio Público acusa a Secretaria da Fazena de sonegar dados e documentos solicitados pelo MP e Tribunal de Contas do Estado.
    A Secretaria da fazenda vem, sistematicamente e ao longo dos anos, sonegando a entrega de determinados dados de que tem a posse em virtude de sua condição de gestora, sob a justificativa de que dita informação encontra-se acobertada pela obrigação de manutenção de sigilo fiscal, regra positivada no art 198 do CTN
    Diz o Promotor " A indevida invocação do sigilo, em verdade, faz com que haja atos administrativos verdadeiramente secretos sendo praticados no Estado do RS. Em pleno séc. 21 e na vigência de um Estado democrático de Direito, onde a transpár~encia deveria ser radical em se tratando de recursos públicos.,
    E o Promotor acrescenta " Ora, como saber se a Secretaria da Fazenda, ao conceder incentivos fiscais ou isenções tributárias observou os princípios da legalidade, impessoabilidade, moralidade, eficiência, se esses atos são inexpugnáveis?". Como saber se as contrapartidas exigidas pela legislação dos beneficiários estão sendo cumpridas e ou fiscalizadas".
    Vai-se abrir a caixa preta do caixa do Estado...e com certeza vai cair por terra a tese de que o governos está quebrado....Esse é o jeito sartori de governar...as secretas, fechado.
    Assim como foi ontem na AL/RS onde a casa do povo estava com as portas fechadas ao povo, com votações importantes para o Estado, se a participação do povo no debate..
    O orçamento vai ser votado sem nenhum debate com a sociedade.

  • Lecino  Ferreira
    Lecino Ferreira (Juiz de Fora) em 25/11/16 18:29
    Medida simples para acabar a crise no País

    1) Acabar com O IMPOSTO SINDICAL OBRIGATÓRIO - paga quem quiser (se existir algum idiota);
    2) Não repassar verbas para "movimentos" ditos sociais, mas são baderneiros e vagabundos;
    3) Não sustentar com o erário sindicatos de classes;
    4) Fazer valer o art.-142 da CF
    5) Não precisa mais que os ítens acima...huáhuáhuáhuáhuáhuáhuáhuáhuá.......

  • Henrique  Schuck Drey
    Henrique Schuck Drey (Capão da Canoa) em 25/11/16 15:46
    Algumas medidas simples para combater a crise no estado

    -Diminuição de privilégios e altos salários do alto escalão
    -Fechamento do Tribunal de Justiça Militar ( R$ 44 milhões ao ano) p/julgar 1/2 dúzia de processos
    -Demissão dos milhares de CCs do Estado
    -Fechamento da secretaria criada para empregar a esposa do Governador
    -melhor aplicação da verba pública
    -Termina da isenção tributária a 1/2 dúzia de empresas que chegam a 9 bilhões nos próximos anos
    -Cobrança do débitos fiscais
    -Abertura dos cofres do Estado, pois nem o TCE/RSD tem acesso para saber da real situação.
    etcetcetcetcetc...............

  • Rosalvo Lourenço
    Rosalvo Lourenço (Brasília) em 25/11/16 13:52
    SCHUCK e EBÓ

    Fala para o desembargador candidatar-se a um cargo eletivo. O discurso dele é de um proselitismo nauseante. Qual seria a solução para a crise? Quais são os serviços essenciais do Estado? Os economistas - de várias tendências de pensamento - ao longo da história querem uma fórmula mágica para descobrir quais são.

    Ter uma gráfica é função administrativa essencial do Estado??

  • Adriano Bitencourt Chaves
    Adriano Bitencourt Chaves (Cachoeira do Sul) em 25/11/16 09:52
    PACOTE.

    O executivo, na figura do funcionários publicos sempre foram os transportadores do piano, sempre que tem mudanças e nunca são para o terreo, eles tem que colocar em outro lugar acima... em caso de dificuldades financeiras o governo só pode fazer mudanças que mexem nos direitos desses.

    Qualquer outra ação tem que passar pelo legislativo que meditante votação faz essas alterações, e o faz a revelia desses trabalhadores, sendo sensivel ao governo, mas nunca são eles os prejudicados, não são afetados.

    A ladainha sindicalista que ouvimos aqui, é culpa com arrogancia, o judiciário sempre contou com a ignorancia do povo e capachismo da imprensa, quando se sentem ameaçados soltam uma notinha de reclamação, ameaça, provocações e acusações, fazem umas propostas abstratas, sem compromisso e sem responsabilidade, mas com medo de serem visto como são, uma casta privilegiada dentro do estado, claro, agora querem mais regalias as custas dos impostos e não admitem que isso seja ameaçado.

    E o mais irresponsável é essa sabotagem que tentam fazer aos esforços do executivo em sugerir ações concretas para organizar o estado, quitar contas e olhar para investimentos futuros, sem os quais não é possível pensar no presente, caminho para a insolvência do estado, mas essas viuvas do tarso não se importam com isso eles tem uma pauta, um plano, aplainar o caminho para outro candidato de esquerda, para tomada de poder do RS.

  • Edson Bonine
    Edson Bonine em 25/11/16 08:41
    Confissão de culpa

    O acordo da Ford com o governo do estado é uma verdadeira confissão de culpa, de uma empresa de rapina que só viria para o estado se tivesse tido todo o tipo de subsídio.
    São estes subsídios para as grandes empresas que desfalcam gravemente nossas finanças, aliado com a quantidade enorme de sonegação de impostos por parte do empresariado.
    Sim, entendemos de economia, é só o que falta o "lambedores de botas de milicos", vir aqui culpar os servidores públicos pelo caos financeiro do estado.
    O pacote de maldades, além de atacar frontalmente os servidores, desmantela a estrutura de apoio do governo. Sim, porque quem conhece o trabalho fundamental da FEE e da Metroplan, não imagina que a elaboração de projetos para desenvolvimento do estado não seja atingida.
    Vender a Corag, para que? Para pagar um fortuna a uma gráfica particular de São Paulo, onde a impressão do material da Procergs custa o triplo que sairia por nossa gráfica. Este projeto é para acabar com o estado, e foi escondendo estas diretriz que este gringo desgraçado se elegeu.

  • Maurício Lara
    Maurício Lara (Porto Alegre) em 24/11/16 20:39
    Então, Dollynhos...

    Assim como mestre Marx, vcs não sabem de nada, em especial, economia (vide História do Grande Pai de vcs...)
    Escola sem partido, acima de tudo (na Educação)!
    "Por que alguns países (estados) se endividam a ponto de desencadear convulsões sociais? O começo da resposta pode ser encontrado em duas máximas de Thomas Sowell: “A primeira lei da economia é a escassez. E a primeira lei da política é ignorar a primeira lei da economia”. Na Constituição do Brasil, os políticos foram pródigos em prometer o impossível e ignorar solenemente a primeira lei da economia. #ensaios #forumdaliberdade #pec
    Daí, militontância asquerosa: "Mas agora, o PMDB..."
    Ainda bem que fi só agora e só com PMDB...se isto alivia a sua latina que chamam de consciência, tudo bem para vcs...
    No mais, que tipo de psicopata ofende e despreza um meio de comunicação no qual está sempre presente? Se não gosto de algue´m ou de algum lugar, ou ainda, de alguma programação, simplesmente, não assisto, não dou platéia, etc. Simples assim. Baixarias, só as que posta, repetidamente? Não admite concorrência? Quer todos os holofotes, plumas e paetês?
    Ou quer silenciar quem não tem sua linha?
    No mais, defender o seu quinhão, às custas dos demais...que feio, hein? Ainda bem que na foto, já usa carapuça. Serviu!

  • Henrique  Schuck Drey
    Henrique Schuck Drey (Capão da Canoa) em 24/11/16 13:56
    Ao Povo Riograndense

    Aqueles que acham que as criticas e lutas por um serviço público de qualidade é só dos esquerdeopatas, militontos, vagabundos etc.etc. colo o texto da palavra do Presidente do TJ/RS, o qual faço parte e orgulha a mim e a todos os gaúchos pois pelo segundo ano consecutivo foi eleito pelo CNJ o melhor tribunal de justiça do país, graças a seus servidores e magistrados.
    O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, diante da gravidade do momento vivido pela sociedade riograndense, vem a público, expressar:

    A situação financeira do Estado exige a adoção de medidas para superação da longa e histórica crise por que passa nosso Estado.

    Estas medidas devem ser debatidas com a sociedade e adotadas com serenidade e equilíbrio, para que propiciem a solução da grave situação presente e não seu agravamento com consequente impossibilidade do Estado prestar suas funções essenciais.

    O local próprio para este debate é a Assembleia Legislativa, casa de representação do povo riograndense. Lá, a sociedade deve ser ouvida, o benefício e o prejuízo advindo de cada medida cuidadosamente sopesado, para que a receita adotada leve à cura e não à morte do paciente.

    O Poder Judiciário reafirma, que não de hoje, mas de vários anos, vem adaptando sua gestão às históricas dificuldades que, de longa data, assolam nosso Estado. A despesa do Poder Judiciário em relação à Administração Direta do Estado caiu de 9,88% em 2006 para 7,23%, em 2016. Se caindo sua participação de 10 para 7% em dez anos, consegue cumprir suas obrigações, tal não vem de privilégios orçamentários mas de eficiência de gestão, o que certamente não ocorreu alhures, ou não teria se chegado à atual situação.

    Embora já tenha reduzido sua participação orçamentária em 30% em dez anos, não se nega a continuar colaborando com as dificuldades do Tesouro. Quando se pretende adaptar orçamentos à diminuição da arrecadação, não se pode esquecer que, pela Lei 14.739/15, o Judiciário abriu mão de 235 milhões por ano das receitas decorrentes de depósitos judiciais de seu Fundo de Reaparelhamento, por quatro anos, em favor do Poder Executivo, que equivale ao percentual aproximado de redução global da receita do Estado. Não se pode, ao pretender fazer conta de cortes globais, desconsiderar os significativos recursos que o Judiciário já renunciou em prol do Poder Executivo.

    A imprevisibilidade orçamentária precarizará os serviços prestados pelo Estado à população. No Judiciário, há necessidade de repor no próximo ano, ao menos 60 juízes (de 190 faltantes) e 300 servidores (de 1.900 faltantes). A imprevisibilidade orçamentária impedirá tais nomeações, com inevitável prejuízo para os serviços e à cidadania.

    O Rio Grande do Sul necessita de medidas que levem à superação da crise do Estado e não à inviabilização da prestação, pelo Poder Público, dos serviços mais básicos à população. Confia o Poder Judiciário, que, no Parlamento, haja debate sereno e desapaixonado para que, através do diálogo com a sociedade, possam ser buscados consensos e formas para solucionar a crise e não agravá-la ou inviabilizar a prestação dos serviços públicos.
    Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.

    Des. Luiz Felipe Silveira Difini
    Presidente do Tribunal de Justiça dp Rio Grande do Sul

  • Luciano Iserhardt Scherer
    Luciano Iserhardt Scherer (Cachoeira do Sul) em 24/11/16 08:53
    . . .

    E o JORNALECO continua dando espaço para provocação e baixaria...

  • Lecino  Ferreira
    Lecino Ferreira (Juiz de Fora) em 23/11/16 23:09
    LIS-BÉÉÉ-LULA

    O Jornal do Povo - DO POVO tu és o JORNAL -, não publica as tuas réplicas porque deve ser de uma baixaria ímpar. Quando tu tentas escrever alguma coisa que tu achas sério já é uma bagaceirada suja; imaginem criticando uma crítica bem humorada e perspicaz!

  • Rosalvo Lourenço
    Rosalvo Lourenço (Brasília) em 23/11/16 13:37
    LUCIANO

    Mutatis mutandi, qual seria, na sua opinião, as medidas a serem tomadas pelo governador para contornar a crise financeira fruto de gastos excessivos?

    E, novamente te informo que ele não pode administrar nem o poder Judiciário, nem o poder Legislativo.

    Estou querendo saber o que você proporia, uma vez que para querer criticar é necessário, no mínimo, qualquer conhecimento básico.

  • Luciano Iserhardt Scherer
    Luciano Iserhardt Scherer (Cachoeira do Sul) em 23/11/16 09:23
    E COMO SEMPRE

    O JORNALECO PÕE NO AR AS BAIXARIAS, MAS JAMAIS PODE POR NO AR COMENTARIO CRITICANDO A BAIXARIA!

  • Luciano Iserhardt Scherer
    Luciano Iserhardt Scherer (Cachoeira do Sul) em 23/11/16 09:23
    . . .

    E o JORNALECO continua dando espaço para 'citações', baixarias e provocações da CORJA BAGACEIRA de sempre...
    Achei que o tema da matéria era o pacote MALIGNO do DESgoverno estadual....

  • Renate Elisabeth Schmidt
    Renate Elisabeth Schmidt (Cachoeira do Sul) em 23/11/16 08:53
    A Caixa de Pandora foi aberta

    O proselitismo político e a polarização estão destruindo o país.
    Pobre nação, polarizada entre 'coxinhas e mortadelas'.
    Não consigo imaginar um país 'civilizado' reduzido a este debate neandertalense.
    Longos solilóquios povoam as postagens.
    Quem os lê, além dos próprio autores?

  • Rosalvo Lourenço
    Rosalvo Lourenço (Brasília) em 22/11/16 23:44
    Macaquinhos

    Parece que irão encenar esta peça ao ar livre na Honorato.
    Elenco: A ratazana, a Pepa, o Remelexo, o Schuck, o Bozo, o Boquinha.
    Iluminação: Marlon Santos
    Administração: Mahfus.
    Figurino: Luciano
    Finanças: Tesoureiro municipal do PT.
    Apoio proctológico:Sérgio Ghignatti
    Direção: Neiron

    Deixe aqui sua risada: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Maurício Lara
    Maurício Lara (Porto Alegre) em 22/11/16 20:46
    Dollynhos esperavam o quê?

    Qual a surpresa? Com aval de idiotas úteis, militontos, petralhas, canalhas, ideólogos do caos, fracassados, vendilhões, iludidos, bandidos, corruptos, sindicalistas pelegos e toda corja de vagabundos e mafiosos que mantiveram aboletados no poder, um dia, a conta teria que ser paga, não é mesmo? Ou queriam “Ah! Ih ú gópi???!”, como repetem de forma asinina?
    Exemplo prático de socialismo, copiado aqui, o grego: “Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul estão para o Brasil assim como a Grécia está para a Europa. Práticas vistas nestes estados são semelhantes às práticas adotadas pelo governo grego. Eis algumas:
    * O aparelhamento estatal era a norma. Quando um partido chegava ao poder, ele loteava cargos para correligionários e simpatizantes em troca de votos, doações e apoio político, aumentando de forma insustentável a máquina estatal.
    * Alguns organismos públicos contavam com 50 motoristas para cada carro; um antigo Ministro da Agricultura criou uma repartição que empregava 270 pessoas para digitalizar as fotografias das terras públicas gregas, sem que nenhum dos contratados possuísse experiência na área, pois eram carteiros, cabeleireiros, agricultores e filiados ao partido.
    * O gasto em educação, saúde e políticas sociais foi de longe o que mais aumentou até o estouro da crise da dívida, superando os 31% do PIB em 2012.
    * Atenas nem sequer sabia quantos empregados tinha em sua folha de pagamento. Os sindicatos estimavam uns 700 mil, enquanto o governo falava de 800 mil. Mas se somarmos os contratos temporais, a cifra superou um milhão de pessoas em 2007, equivalente a quase 20% da força de trabalho do país.
    * Esses funcionários públicos, além de receberem dois salários extras anuais, recebiam também bônus e remunerações adicionais por coisas triviais, como chegar ao trabalho no horário certo, apresentar-se corretamente vestido, usar o computador ou falar outros idiomas. Os guardas florestais, por exemplo, recebiam um adicional por “trabalharem ao ar livre”.
    * Os funcionários públicos gregos chegavam a receber, em média, mais de 70 mil euros por ano, enquanto os funcionários públicos alemães recebiam 55 mil euros anuais.
    * Também havia uma pensão vitalícia de 1.000 euros mensais para as filhas solteiras de funcionários públicos falecidos, entre outros privilégios e regalias.
    * A Grécia tinha quatro vezes mais professores que a Finlândia -- país que está entre as melhores notas dos exames de PISA --, mas o país está entre aqueles que têm os piores níveis de ensino da Europa. Muitos gregos que enviavam seus filhos para escolas públicas tinham de contratar professores particulares para reforço.
    * Com um PIB per capita muito inferior ao da Espanha, o salário mínimo grego era 50% maior que o espanhol.
    * O governo criou um comitê para gerir o Lago Kopais, sendo que o mesmo está seco desde 1930.
    * Na Grécia, existiam cerca de 600 categorias laborais que, alegando motivos de saúde, podiam optar pela aposentadoria antecipada, a qual foi estabelecida em 55 anos para os homens e 50 anos para as mulheres. E, entre estes últimos beneficiados, havia todos os tipos de profissões, desde cabeleireiros até trompetistas, flautistas, cozinheiros, massagistas e até mesmo apresentadores de TV, entre outros. Fonte: Instituto Mises.
    VOCÊS PUXARAM PARA DENTRO DO PODER O CAVALO DE TRÓIA! Ferraram o país!
    No mais, excelente post da Professora de História, Renate Schmidt, sobre o jovem samurai KIM KATAGIRI, do MBL! Só perde para o do Olavo Bilac! O jovem não doutrinado e pensante nos enche de orgulho! Detona os privilégios de certa casta e corta com sua espada (katana) a falácia hipócrita e imunda esquerdopata, neste e em outros excelentes vídeos! Deve, no entanto, desinfectar bem sua espada! Afinal, como todos que estudamos História, sabemos pela amostragem que a gronga socialista / comunista se trata do pior que a Humanidade já produziu! Seria uma espécie de diarreia da Humanidade, contaminada na essência fracassada, torpe, suja e vil! Sem UM exemplo de sucesso, segue sendo apregoada e militada pelo pior dos mundos, um submundo de hipócritas e corruptos viscerais. Um câncer a ser tratado como tal!
    Fica só a sugestão de nos brindar com post sobre o que é fascismo, pois temos muitos fascistas chamando os outros do que são, como bem disse Sir Winston Churchill: “Os fascistas do futuro chamarão a si mesmos de anti-fascistas!” . Parece que o pessoalzinho do Mais Estado, tudo no Estado, nada fora do Estado (Benito Mussolini), assunto no qual recomendo a leitura de 1984, de George Orwell, sobre o conceito do Big Brother, o grande irmão que tudo vê, do Estado máximo, o grande Pai... Com certeza, estes não tiveram bons professores de História (ou não prestaram atenção nas aulas, estavam militando, protestando ou buscando a utopia possível) e buscaram fontes no Sensacionalista ou outro site de bobagens, que adotaram como sendo verdades. Patéticos, não?
    Macaquinhos (não os da peça de teatro, embora não duvide nada, tal o frenesi ideológico) de Lênin: "Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!"

  • Lecino  Ferreira
    Lecino Ferreira (Juiz de Fora) em 22/11/16 15:21
    PACOTE DE QUÊ?

    Por pior que seja, com certeza, NÃO será:
    - DE INSANIDADES;
    - DE MENTIRAS;
    - DE FALCATRUAS,
    Tal qual acontecia com o desgoverno PTralha.
    PTralhões, PTralhas e PTralhinhas aceitem a derrota e deixem de mimimimis e blábláblás...

    Huáhuáhuá...huáhuáhuá

  • Henrique  Schuck Drey
    Henrique Schuck Drey (Capão da Canoa) em 22/11/16 14:54
    Pacotaço de Maldades

    O Pacote de medidas apresentado pelo Governo do Estado nessa segunda-feira, que afetará todos os poderes e setores do Rio Grande do Sul. Sob o pretexto de reduzir custos, o governador José Ivo Sartori propõe o desmonte do Estado, com a fusão de seis secretarias, extinção de 11 fundações e órgãos e ainda privatização ou federalização de quatro companhias, entre elas a CEEE. O povo gaúcho será, mais uma vez, quem pagará a conta pela incompetência administrativa da atual gestão em lidar com a crise financeira. Acabar com órgãos de pesquisa, como a Fundação de Economia e Estatística (FEE), e de difusão de cultura e conhecimento, como a TVE, demonstra o descaso do Piratini com a população e com o futuro do RS.

    Os servidores públicos, que já receberam os salários parcelados nove vezes em 2016, serão novamente prejudicados. Primeiramente, mais de mil deverão ser demitidos em função das extinções e fusões propostas. Depois, os que restarem terão direitos retirados e alterados, como no caso das PECs para acabar com a obrigatoriedade do pagamento do funcionalismo até o último dia do mês, incluindo calendário escalonado em substituição, e para pôr fim ao adicional por tempo de serviço para novos servidores.

    Se a preocupação do Governo é mesmo com a calamidade financeira, poderiam ser contempladas outras medidas, como o corte de benefícios e supersalários do alto escalão do Executivo, Legislativo e Judiciário. Entretanto, novamente o impacto cairá sobre os trabalhadores, que apesar das precárias condições buscam prestar um bom serviço à população, que também sairá perdendo com a venda a baixo custo da estrutura do RS.

    Diante desse cenário, o sentimento é de temor pelo futuro que se anuncia. Por isso, é preciso unir forças para barrar o pacote de Sartori na Assembleia Legislativa.. Além dos projetos nefastos do governo federal, agora o protesto deve ser também pelo desmonte proposto pelo Executivo gaúcho. Assim como já obtivemos algumas conquistas com mobilizações anteriores, o momento exige esforços unificados de todas as categorias para evitar tamanho retrocesso no Estado.

  • Adriano Bitencourt Chaves
    Adriano Bitencourt Chaves (Cachoeira do Sul) em 20/11/16 15:42
    BURGUESIA ESTATAL

    Lewandowski e sua Lei repugnante

    16 de novembro de 2016 Ricardo Kertzman & Amigos blogueiros

    Enquanto a mansa manada pasta e rumina despreocupada, seus pastores engordam felizes e saltitantes
    Com o dinheiro dos outros fica fácil
    Preparem-se amigos, pois este post é um soco na boca do estômago misturado à uma cusparada a la Jean Wyllys goela abaixo. Trata-se de uma estrovenga legal chamada LOMAN (Lei Orgânica da Magistratura) que, dentre outras, regula o valor e a forma de remuneração da classe. O que vai a seguir é a mais baixa e rasteira forma de escravidão, de vilania, de tirania, de humilhação e de sei lá mais quais substantivos pelo qual uma categoria pretende servir-se de todo um miserável país. É coisa da lavra de Ricardo Lewandowski, sobre quem não há necessidade de maiores esclarecimentos. Sua fama e atitudes o precedem.
    Pela proposta, o salário máximo de um juiz, atualmente em R$ 31 mil, pode sofrer os seguintes acréscimos: R$ 1.577,10 a cada cinco anos de magistratura; R$ 1.577,10 auxílio-transporte; R$ 1.577,10 auxílio-alimentação; R$ 6.308,43 auxílio-moradia; R$ 3.154,21 de auxílio-saúde.
    Já terminou, Jéssica? Não, ainda não. Está longe de terminar. Anotem aí:
    Para aqueles que têm filhos, R$ 1.577,10 de auxílio-creche mais R$ 1.577,10 de seguro saúde. Calma! Segurem-se bem. Na hipótese de um segundo filho que estude em escola privada, mais R$ 1.577,10 de auxílio-educação além do mesmo seguro saúde. E que tal mais R$ 1.577,10 se o magistrado for pós-graduado? Mestrado e doutorado valem ainda mais.
    Chega? Que nada…
    Caso Vossa Majestade, digo Excelência julgue mais processos no ano do que recebe, será premiado com mais dois salários. Se participar de mutirões de justiça, mais R$ 1.051,40 por dia de trabalho. Tendo idade e tempo de serviço para se aposentar, e ainda assim decidir continuar na ativa, mais R$ 1.577,10. Existe também um auxílio-capacitação, algo como R$ 3.154,21 a R$ 6.308,43. E também um adicional de R$ 10.514,05 para assumir Varas em locais de difícil acesso. Somando-se tudo, noves fora nada, um juiz pode chegar a receber singelos R$ 80 mil reais mensais. Nada mal, né?
    Agora me digam, caros leitores-trabalhadores-reles-imbecis-mortais: Vivemos em um país feudalista qualquer da Idade Média? Ou, quem sabe, numa ditadura escravocrata do século XVIII? Ou talvez, ainda, na nação mais rica, desenvolvida, industrializada e com o maior índice de desenvolvimento humano do planeta? Pois se não é nada disto, se vivemos apenas num país subdesenvolvido e miserável da “América Latrina”, num país onde predominam doenças como Malária, Dengue e até Sífilis, num país onde sequer o esgoto tratado é uma realidade, alguém precisa urgentemente dar um basta nesta orgia maldita.
    E aí, senhores? Vomitaram?

    20 de novembro de 2016 09:02

    Esse mesmo Ministro do Supremo Tribunal disse que os juizes não devem ter vergonha de pedir aumento...se afastando ainda mais do trabalhador que cria a riquezas do qual ele não vê problemas em pegar, mesmo que acabe fazendo falta na mesa do trabalhador.

    Não é atoa que os sindicalistas da justiça se rasgam justificando a propria existencia, o fazem por eles, enquanto a imensa maioria do brasileiro até mais bem formado pena pela simples existencia...

  • Adriano Bitencourt Chaves
    Adriano Bitencourt Chaves (Cachoeira do Sul) em 20/11/16 15:40
    BURGUESIA ESTATAL.

    http://istoe.com.br/o-pais-dos-privilegios/

    A dentista Márcia Maria Brandão Couto, de 55 anos, leva uma vida confortável no Rio de Janeiro. Independentemente do que possa faturar com sua profissão, ela recebe dos cofres púbicos uma remuneração fixa de R$ 43 mil mensais, mesmo sem nunca ter trabalhado no governo. Trata-se de uma pensão a que tem direito simplesmente porque é filha de um desembargador, falecido em 1982. Como Márcia não se casou, ela passou a receber o pecúlio que era de seu pai. Não constituiu matrimônio apenas no papel. Na prática, a dentista comemorou núpcias com direito a véu e grinalda em uma festa na Urca para 200 pessoas. Ou seja, ela pode ter marido, viver na mesma casa que o companheiro e constituir família, desde que não registre a união em cartório. Como ela, encontram-se no Brasil outras 20 mil mulheres já identificadas pelo TCU, isso apenas no Judiciário, sem contar os casos em que a benesse favorece filhas e até neta de militares, que também têm direito a pensão vitalícia se não se casarem de papel passado. No caso de um militar que tenha uma filha em 2016, por exemplo, o País pode ter de pagar a ela esse benefício até 2091, caso ela viva 75 anos – a expectativa de vida média dos brasileiros.

    São casos como esse que ameaçam o futuro das aposentadorias dos milhões de brasileiros que acordam às 5h da madrugada, passam três horas no ônibus superlotado para chegar ao trabalho, ralam mais de 8 horas por dia e ganha uma média salarial de R$ 2,2 mil, embora 60% da população recebam menos do que o salário mínimo (R$ 880). Esses depois de trabalharem por quase quatro décadas terão direito a uma remuneração mensal de máximo R$ 5 mil. Isso com a regra atual. A tendência é que a realidade se torne ainda mais perversa.

    Além das aposentadorias e pensões nababescas, no Brasil dos privilégios, chama a atenção os supersalários pagos a integrantes do Legislativo, Executivo e Judiciário. O salário médio dos 18 mil magistrados do País já é bastante generoso e se sobrepõe ao teto constitucional de R$ 33.763 estabelecido para funcionalismo público: R$ 46 mil. Ou seja, é irregular. Mesmo assim, há desembargadores que recebem mais de R$ 200 mil num único mês.

    Não se esforçam tanto para proteger o trabalhador comum, os sindicalistas não querem igualdade, querem sim privilegios.

  • Rosalvo Lourenço
    Rosalvo Lourenço (Brasília) em 16/11/16 21:13
    UMA PERGUNTA

    Ficar plugado na internet, acessando sites e escrevendo texto, no horário sagrado de expediente, é falta de serviço, falta de fiscalização, falta de tudo isto junto?

    Schuck, o que você você ganha como funcionário do TJRS, está pouco? Que tal ir para a iniciativa privada encarar uma CLT e uma crise com 12 milhões de desempregados?

    É, a população que paga teu salário, inclusive eu que pago imposto aí no RS devem saber como está sendo aplicado seu suado imposto recolhido.

  • Hélio Deporte Neto
    Hélio Deporte Neto (Canoas) em 16/11/16 17:27
    Enquanto isso...

    Só hoje no congresso:
    Deputados preparam manobra para votar anistia a quem praticou caixa 2.
    Invasão da câmara contra o pacote anticorrupção porque prevê a instituição de crime de responsabilidade para juízes e todos os membros do Ministério Público.
    Faltou quórum na comissão que ia votar fim do foro privilegiado.

  • Henrique  Schuck Drey
    Henrique Schuck Drey (Capão da Canoa) em 16/11/16 16:20
    Enquanto isso em Brasilia

    Enquanto o "Gringo" faz seus jantares com políticos aqui no Estado para alinhavar a politica de desmanche em Brasilia Temer faz o mesmo, porém ao todo povo brasileiro;
    Confira alguns dos projetos que mexem nos direitos da população:

    PEC 55/2016 (antiga PEC 241) - cria um limite para o orçamento do Legislativo, Executivo e Judiciário pelo período de 20 anos, afetando os reajustes dos servidores públicos e os investimentos em áreas essenciais. Setores como educação, saúde, assistência social, transporte e infraestrutura terão prejuízos, resultando em um enorme impacto econômico e social.

    Reforma da Previdência - iguala a idade mínima para aposentadoria de homens e mulheres, que passa para 65 anos, podendo chegar a 70 para as novas gerações. Define ainda mudanças na fórmula do cálculo, para que o trabalhador seja obrigado a contribuir por mais tempo se quiser receber aposentadoria integral. O período mínimo de contribuição, hoje de 15 anos, sobe para 25.

    Reforma trabalhista - prevê a flexibilização da CLT para que os acordos coletivos prevaleçam sobre a legislação, afetando direitos adquiridos como férias, 13º salário, FGTS e jornada de trabalho. Também permite ampliar a terceirização, inclusive para a atividade-fim das empresas, o que irá precarizar as relações trabalhistas.


    Esse é o novo jeito de governar para o povo.

  • Henrique  Schuck Drey
    Henrique Schuck Drey (Capão da Canoa) em 16/11/16 16:04
    Dimunuir Custos, Racionalizar e Prestar Serviços de Qualidade à População

    Me orgulha fazer parte deste poder, o qual preza por prestar serviços de qualidade a população e considerado pela vez consecutiva o melhor Tribunal de justiça do brasil. Orgulho para nós Gaúchos.
    Repito as palavras do nosso Presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul:

    Foi recentemente publicado o relatório anual do Conselho Nacional de Justiça, intitulado "Justiça em números", contendo dados estatísticos, que buscam realizar um diagnóstico global da atuação da Justiça brasileira. O principal indicador utilizado neste relatório, o Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-Jus), foi criado pelo Conselho Nacional de Justiça e "resume os dados recebidos pelo Sistema de Estatística do Poder Judiciário (SIESPJ), em uma única medida, de modo a refletir a produtividade e a eficiência relativa dos Tribunais" ( Justiça em números, p. 134 ). Diz, ainda, o relatório: "Este método permite comparações entre tribunais do mesmo ramo de justiça, independentemente do porte, pois considera o que foi produzido a partir dos recursos ou insumos disponíveis para cada tribunal (...) Quanto maior seu valor, melhor o desempenho da unidade, pois significa que ele foi capaz de produzir mais com menos recursos disponíveis (...) Verifica-se por intermédio destes gráficos que somente o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (grande porte) apresentou indicador de 100% tanto no 1º quanto no 2º grau e também ao considerar a área administrativa." (p. 134).

    Este é um resultado que a Justiça do Rio Grande do Sul obteve pelo oitavo ano consecutivo, desde 2009.

    Ao mesmo tempo que é um reconhecimento do órgão nacional de controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário (Constituição, art. 103-B, §4º, I), também não devemos olvidar a advertência posta no mesmo relatório: "a obtenção de eficiência de 100% não significa que um tribunal não precisa melhorar, mas apenas que tal tribunal foi capaz de baixar mais processos comparado com os demais, que possuem recursos semelhantes".

    A premiação deve ser comemorada, mas também compreendida em sua exata extensão. Significa que a Justiça gaúcha julgou mais com menos recursos, não que prescinda de ser aperfeiçoada para melhorar sua eficiência, tanto em termos comparativos, como absolutos, para atender às justas demandas da população. No ano de 2015, no Rio Grande do Sul, foram julgados 2.772.000 processos, e seu orçamento fui de R$ 3 bilhões. Em todas as Justiças Estaduais, foram julgados 19.900.000 processos (7 vezes mais) e seu orçamento total foi de R$ 44,7 bilhões (15 vezes mais). O custo da Justiça gaúcha por processo julgado foi menos de metade da média nacional. Na Justiça Federal, foram julgados 3.600.000 processos e o orçamento de R$ 10 bilhões; na Justiça do Trabalho, 4.300.000 processos e orçamento de R$ 16,5 bilhões.

    Outro dado importante traz o relatório do CNJ sobre tema que frequentemente tem despertado interesse da imprensa e opinião pública: a remuneração dos magistrados, apresentada de forma comparativa nas diversas Justiças Estaduais. Nela se verifica que a remuneração comparada na justiça gaúcha é uma das menores do Brasil, em 21º lugar entre 27 tribunais estaduais, atrás (em ordem decrescente) de Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Tocantins, Minas Gerais, Pernambuco, Santa Catarina, Sergipe, Paraná, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Paraíba, Acre, São Paulo, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Roraima e Amapá.

    Há necessidade, porém, de atenção e investimentos significativos na área de informática. O percentual de processos eletrônicos na justiça gaúcha em relação aos casos novos é de apenas 12%, última posição no ranking, junto com o Tribunal do Distrito Federal, e significativamente abaixo da média nacional de 50%.

    Para manter a posição de eficiência comparativa alcançada e melhorar os serviços prestados à população gaúcha, precisamos repor minimamente nosso déficit de juízes e servidores (hoje 190 cargos vagos de juízes e 1900 de servidores) e investir fortemente e com eficiência na ampliação do processo eletrônico, onde há déficit a ser recuperado. Para isto, embora as históricas dificuldades financeiras do Estado, o Judiciário necessita as condições orçamentárias mínimas, para que o nível de qualidade de seus serviços, comparativamente reconhecido nacionalmente pelo oitavo ano consecutivo, não seja comprometido.



    Luiz Felipe Silveira Difini
    Presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul

  • Adriano Bitencourt Chaves
    Adriano Bitencourt Chaves (Cachoeira do Sul) em 16/11/16 10:27
    GOVERNO

    Farinha pouca, meu pirão primeiro, toda a caridade com o chapeu alheio é belo, até o dono resolver reclamar...

    Por anos a iniciativa privada foi demonizada, colocando o empresario, a produção, a criatividade economica em cheque, bonito era ser funcionário publico bem remunerado e seguro.

    Agora com a crise produzida por esse preconceito estão aparecendo, e agravada nos governos ptistas, vieram a tona, mas a cegueira ideologica, a hipocrisia, a farsa politica, não permitem enxergar mais alem, e negar essa realidade vai agravar ainda mais esta situação.

    A salvação esta na iniciativa privada, na geração de empregos na industria, no comercio, mas enquanto houver essa visão da grande mãe estatal que a todos acolhe, as coisas não vão melhorar....

  • Edson Bonine
    Edson Bonine em 15/11/16 16:43
    Pacote de maldades.

    Se preparem, um verdadeiro pacote de maldades. Tanto contra o funcionalismo público, quanto com a economia do estado, lá vai a privatização da lucrativa crm, que tem valor estimado um mais de cem bilhões de reais, que vai ser repassada a iniciativa privada a preço de banana.
    O gringo polenteiro já aumentou os impostos, e por pura incompetência não paga os salários em dia. E ainda tem aspone que defende.