Cachoeira do Sul, muito prazer
Os símbolos do município
Uma cidade para crescer
Muito prazer, sou cachoeirense
O mapa de Cachoeira
Energia para dar e vender
Transportes
A cidade da memória
Tem luta, Cachoeira está lá
Cidade das letras
Saúde em dia
Está na hora da aula
Parque Municipal da Cultura
255 anos de civilização
São José da zona norte
Escola de leis
Região unida
Os gigantes da terra
Cachoeira açoriana
Casa de Cultura Paulo Salzano
Cooperativismo é, sim, desenvolvimento
Cachoeira não pára nunca
Os caminhos de Cachoeira
Frota cada vez mais jovem
Comunidade organizada
Senai - da oficina ao laboratório
Tradicional, humano e contemporâneo
Ulbra apresenta o futuro
Educação e promoção humana
O maior festival campeiro do estado
O estilo Imec
Mais valor para o arroz
Extração moderna e responsável
Capital nacional do arroz
Onde o campo dá certo
O seu melhor negócio
Em busca de novas parcerias
3º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE COMBATE Batalhão Conrado Bittencourt
Vereadores ouvem o povo


Casa de cultura Paulo Salzano


Com o crescimento de Cachoeira do Sul na segunda metade do século 19, o povoamento foi se deslocando aos poucos para o norte. No início do século 20, a Rua 7 de Setembro já era o ponto mais movimentado da cidade, com cafés, a praça e lojas. Em 1916, o médico Balthazar de Bem construiu sua imponente residência no trecho mais movimentado da rua principal. Nesse prédio está hoje instalada a Casa de Cultura Paulo Salzano Vieira da
Cunha. Nessa época, Balthazar exercia
o cargo de intendente municipal, que corresponde hoje ao de prefeito. Durante a Revolução de 1924, ele foi morto em pleno combate, no distrito de Barro Vermelho. O teto móvel do saguão é o único da cidade. A Casa de Cultura é um dos poucos prédios em estilo neoclássico sobreviventes em Cachoeira do Sul. Após a morte de Balthazar, sua família foi embora e a casa foi vendida para o Clube
Renascença, que nela se instalou com o nome de Clube Comercial Cachoeirense, ou, como era chamado nas colunas sociais da época, o
Aristocrático da Rua 7.