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Onde
o campo dá certo

grãos:
a cotricasul diversificou suas atividades ao longo do
tempo. Além de receber arroz e soja, seus dois
principais grãos, a cooperativa abre também
para trigo, sorgo, aveia, cevada e milho, além
de beneficiar sementes e oferecer defencivos e assistência
técnica |
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A agilidade no recebimento de grãos transformou a Cooperativa
Tritícola Cachoeirense Ltda (Cotricasul) em um dos mais bem-sucedidos
empreendimentos do agronegócio cachoeirense. Somente no ano
passado, a cooperativa registrou um incremento de faturamento de
37,4%, superando os R$ 44 milhões. Nos últimos dois
anos, a Cotricasul ganhou mais uma unidade de
recebimento a fim de atender a crescente
produção de soja, que somente em Cachoeira
do Sul atinge uma área superior a 50 mil hectares. Por conta
de um eficiente sistema de expedição e transporte,
a soja é embarcada para o Porto de Rio Grande para ser exportada.
De acordo com o presidente da cooperativa, Nelson Schramm Jr., 80%
a 90% da soja recebida em Cachoeira do Sul é exportada para
outros países, principalmente a China. O arroz é
estocado e vendido para o mercado interno. Na época em que
a cooperativa foi fundada, em 1958, o objetivo era reunir e trabalhar
com
produtores de trigo, mas com o passar do tempo a cooperativa passou
a trabalhar com o recebimento e comercialização dos
demais grãos
produzidos na região, além de fornecer defensivos
e assistência técnica aos seus associados. Como a hidrovia,
que era o principal meio de transporte de cargas da época,
deixou
de ser utilizada, a saída foi criar unidades estrategicamente
situadas na zona de produção. A unidade do Castagnino
está dentro das lavouras de arroz e a unidade Boa Vista está
estrategicamente localizada para facilitar o recebimento da soja,
trigo outras culturas de sequeiro. Com isso, a Tritícola
consegue ganhar
agilidade,que a coloca como referência no recebimento de grãos,
numa área de atuação de 16 município
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