O CÉU É O LIMITE: Bernardinho é jogado para o alto por seus comandados da equipe masculina de vôlei de quadra
O Brasil é o país do futebol, mas também pode ser do vôlei, do vôlei de praia, do futsal, do tênis, da ginástica olímpica, do rock, do jazz e de qualquer manifestação humana onde haja apoio para que uma imensa massa de excluídos venha a ter a chance de aprender e se especializar em algum ofício, esporte ou cultura. O Brasil que ganhou a medalha de ouro no vôlei masculino, no último dia dos Jogos Olímpicos de Atenas, é o Brasil possível, é o país que revela top model em linha de montagem de uma indústria ou um cientista em bancos de escola pública. Basta que se dê chance e condições para se testemunhar, em pouco tempo, um brasileiro vitorioso onde houver uma competição no mundo e na vida. O time de Bernardinho, ouro de Atenas, é o retrato da superação, da disciplina e da vontade. Quem diz que brasileiro é preguiçoso não conhece os bastidores da vitória de times como este do vôlei masculino: 15 finais, 14 títulos, uma derrota por ano em partidas oficiais. Os donos do mundo são brasileiros e há muitos outros deste país na fila para herdar este cetro.
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